terça-feira, 31 de julho de 2007

Diretor da NBA fica encantado com a Arena


Vincent Burniske conta como foi a visita ao ginásio e afirma que Rio deve ter jogo da liga:


Rodrigo Alves Do GLOBOESPORTE.COM, no Rio de Janeiro:


Em visita ao Brasil para assistir aos Jogos Pan-Americanos e conhecer as instalações esportivas da competição, um executivo da NBA circulava pela Arena Multiuso neste sábado, dia em que o Brasil bateu os uruguaios e garantiu vaga na final. O homem em questão é Vincent J. Burniske, diretor geral de Televisão Internacional e Mercado da liga profissional americana. Em entrevista ao GLOBOESPORTE.COM, ele confirmou o que o público carioca já esperava: a nova Arena tem plenas condições de receber um jogo amistoso da NBA, o que pode acontecer mais rápido do que se esperava: em outubro do ano que vem.


GLOBOESPORTE.COM: Os brasileiros estão muito impressionados com a qualidade da Arena Multiuso. O novo ginásio pode fazer o Brasil, enfim, receber um jogo da NBA?


VINCENT J. BURNISKE: Tem sido um objetivo da NBA nos últimos anos trazer um jogo para o Brasil, e uma das maiores limitações era o ginásio. Agora, tendo uma arena de primeiro nível, como esta, o horizonte muda completamente. Já temos o interesse dos patrocinadores e dos parceiros internacionais, mas para completar o evento de marketing é preciso haver um evento: um jogo de pré-temporada ou outros amistosos.
Quando isso vai acontecer? O prazo mínimo seria outubro de 2008. Nós trabalhamos bem adiantados, e nesta janela de outubro já temos uma programação.
O que você viu na Arena? Fiz um tour completo. Meus objetivos aqui no Rio são assistir aos Jogos Pan-Americanos, fazer contato com nossos parceiros e conhecer as instalações esportivas. Conheci várias, mas esta é a instalação-chave. Vi o ginásio do ponto de vista do público, da mídia, dos jogadores, e fiquei muito satisfeito ao notar que este pode ser um ginásio para a NBA.

GLOBOESPORTE.COM
As cadeiras da Arena passaram no teste durante o Pan-Americano
Desde o início do Pan, vários jogadores escorregaram no garrafão. Para quem está de fora, parece que a tinta não tem muita aderência. Você chegou a notar este ponto? Não, eu não posso comentar o aspecto técnico. A NBA está dividida entre as áreas de negócios, minha especialidade, e operações de basquete. Há um padrão para o piso. Se ele for considerado escorregadio, esteja seco ou molhado, vamos ver isso para ter a certeza de que não há risco de lesões.
A falta de um estacionamento na Arena pode ser um problema? Ainda não tive a oportunidade de conferir este pontos. Você sabe quantas vagas são?
A Arena não tem estacionamento para o público. Hum... não posso comentar sobre a parte operacional, porque especialistas virão até aqui. Mas há maneiras diferentes de chegar até a Arena. Então o fato de não haver vagas de estacionamento compatíveis com a capacidade de público não será uma limitação.
"Acima de tudo, esse lugar foi bem concebido. O visual, os ângulos da câmera, as arquibancadas, a estrutura para a mídia e o que diz respeito aos jogadores. São muitos pontos positivos e poucas limitações."


Vincent Burniske, diretor da NBA
E os pontos positivos? O que o deixou mais impressionado? Acima de tudo, esse lugar foi bem concebido. O visual, os ângulos da câmera, as arquibancadas, a estrutura para a mídia e também o que diz respeito aos jogadores. Há pouquíssimos ginásios nas Américas com duas quadras de treino permanentes. A zona mista permite que os jogadores deixem a quadra, falem com a imprensa durante um tempo estipulado e depois passem para a sala de entrevista coletiva. As entradas e saídas de público também são ótimas. O ginásio pode encher e esvaziar rapidamente. São muitos pontos positivos e poucas limitações.
Um possível amistoso seria necessariamente de um time com jogador brasileiro?
A idéia é ter sempre um ícone local. Agora que temos a bênção de contar com seis brasileiros na NBA, incluindo Tiago Splitter, que estará no San Antonio Spurs na temporada 20008/09, isso nos dá uma flexibilidade maior e uma grande probabilidade de tornar real.
Saiba mais

É mais fácil haver um jogo de pré-temporada ou um amistoso contra a nossa seleção, como cogitou o presidente da Confederação Brasileira de Basquete, Gerasime Bozikis? Contra seleção seria mais problemático. Em outubro, quando faremos o jogo, as seleções terão compromissos. Então enfrentar um time local criaria um problema de calendário. A idéia é trazer dois times da NBA, mas há uma outra opção: fazer um período de treinamento. Neste caso, em vez de três ou quatro dias, as equipes poderiam ficar, sete, oito, dez dias. E aproveitaríamos para fazer clínicas com técnicos brasileiros. Há muitas variáveis. Pode ser um jogo aqui no Rio, outro em São Paulo, ou um aqui, outro em Buenos Aires... vamos estudar a melhor maneira.

Matéria do: www.globo.com/nba

Confirmado ... os Celtics agora tem o ala All Star Kevin Garnett


Agora é oficial, o time do Boston Celtics e do Minnesota Timberwolves entraram em um acordo, os Celtics depois de adiquirir Ray Allen, agora conseguiram formar seu Poderoso Trio, com Paul Pierce, Ray Allen e agora Kevin Garnett. Para tal feito os Celtics mandaram para Minnesota praticamente um time, foram os alas Al Jefferson e Ryan Gomes, os armadores Gerald Green e Sebastian Telfair e o pivô Theo Ratliff, mais duas futuras escolhas no draft.

Pan inverte papéis das seleções de basquete

Giancarlo GiampietroEnviado especial do UOLNo Rio de Janeiro:

O Pan funciona como uma realidade alternativa no basquete brasileiro. Quando se trata dessa competição, a seleção masculina é elevada à condição de potência, enquanto a feminina fica para trás.

Apesar dos triunfos seguidos no Pan, o time masculino não vai a duas Olimpíadas já
BRASIL É TRICAMPEÃO
BRASILEIRAS PERDEM PARA EUA. As garotas brasileiras jogaram as duas últimas Olimpíadas - foram medalha de bronze em Sydney-2000 e quartas colocadas em Atenas-2004, enquanto os homens ficaram fora. Nos últimos dois Mundiais, as garotas ficaram em sétimo e quarto, enquanto os homens ocuparam os 8º e 17º lugares. No Rio de Janeiro, porém, foi confirmada a tendência de a competição colocar os homens degraus acima. Na despedida de Janeth e do técnico Antonio Carlos Barbosa, a seleção conquistou a medalha de prata, superada pelos Estados Unidos. O Brasil, que é uma das maiores forças do continente, não conquista um ouro nessa categoria desde Havana-1991. Já o time de Lula Ferreira conquistou o inédito tricampeonato do torneio ao atropelar o Porto Rico na decisão na Arena Multiuso - talvez a maior atração da modalidade no Rio, com a modernidade e infra-estrutura necessárias para se receber algum time da NBA. Quem esteve presente nas três conquistas foi o ala-armador Marcelinho Machado, único jogador de basquete a conseguir o feito na história do Pan. O torneio masculino, por um lado, não contou com a força máxima de seus participantes. Um dos poucos times nessas condições, o Uruguai, acabou com um pódio inédito, levando o bronze. Os Estados Unidos enviaram uma inexperiente seleção universitária. A Argentina, campeã olímpica, foi representada por uma formação "C". Enquanto Porto Rico e Canadá usaram o torneio para avaliar peças complementares para o Pré-Olímpico de Las Vegas. Mas essa também era a condição brasileira, com apenas dois jogadores possivelmente titulares - Valtinho e Machado. Do outro, a seleção feminina também não enfrentou rivais 100% respaldados. Nem mesmo as medalhistas de ouro - as norte-americanas presentes no Rio eram universitárias. A Argentina, surpresa do último Mundial, ficou sem quatro titulares. Todavia, a prioridade na temporada de ambas as equipes do país é a classificação à Olímpiada na Copa América. Neste ano, o time masculino pode dar fim ao jejum de participação nos Jogos, como um dos favoritos à conquista de uma das duas vagas em jogo. O feminino enfrenta um cenário um pouco mais complicado, já que há apenas uma vaga disponível, e os Estados Unidos ainda não estão assegurados em Pequim-2008. E dessa vez colocará em quadra suas estrelas da WNBA.

Publicação de: www.uol.com.br/esporte

"Importantíssimo", Marquinhos não sabe se joga em Las Vegas

Giancarlo GiampietroEnviado especial do UOLNo Rio de Janeiro:

O ala Marquinhos ganhou a confiança do técnico Lula Ferreira com seu rendimento na campanha de ouro no Pan-Americano e deve ter assegurado uma vaga entre os 12 selecionáveis para o Pré-Olímpico de Las Vegas, em agosto. Mas ele ainda não sabe exatamente se estará à disposição. "Tudo vai depender a discussão que eu tiver essa semana com minha equipe", disse o jogador do New Orleans Hornets. "Tive uma lesão [na canela esquerda] no torneio de verão, então talvez eles queiram me examinar."As equipes da NBA são obrigadas a liberar seus atletas às seleções nacionais para torneios da Fiba - e o Pré-Olímpico se enquadra nesse caso. A confederação brasileira apenas precisa pagar um seguro para cada jogador para que o time dê sinal verde. O de Marquinhos já foi pago, mas os Hornets podem, nos bastidores, induzir o atleta a recusar a convocação, como o San Antonio Spurs fez com Manu Ginóbili este ano. Ao ala disputou no Rio de Janeiro sua primeira competição com a seleção adulta. Terminou o campeonato com médias de 13,8 pontos, 5,4 rebotes, 2,0 assistências e 1,2 roubo de bola. Apesar dos números que comprovam sua versatilidade em quadra, Marquinhos disse que não pôde mostrar seu melhor basquete. "Ainda fiquei devendo e não mostrei me jogo, que é de ir para cesta mais vezes. Tive de me encaixar na seleção, segurar um pouco mais a bola e trabalhá-la. Mas para a seleção isso foi ótimo", disse. O técnico Lula Ferreira, no entanto, foi só elogios para o jogador. "O Marquinhos, mesmo sem estar nas melhores condições físicas, exibiu suas características que o tornam um jogador importantíssimo. Ele é decidido, personalizado e eclético no seu estilo e nos dá muitas variações táticas.""O título tem uma importância muito grande para mim, já que foi meu primeiro torneio internacional pela seleção e por ser em cada", afirmou o ala carioca. "Infelizmente tive de deixar o grupo no meio da preparação [para jogar uma liga de verão nos Estados Unidos], mas consegui contribuir de alguma forma. O time treinou muito forte."

Publicação de: www.uol.com.br/esportes

Mídia dos EUA diz que Garnett está perto de acerto com o Boston

Da RedaçãoEm São Paulo:

O ala Kevin Garnett está perto de uma transferência do Minnesota Timberwolves para o Boston Celtics. A informação foi dada nesta segunda-feira por alguns meios de comunicação dos Estados Unidos.De acordo com o "Boston Herald", o acordo está "essencialmente fechado". Para ter o jogador, um dos mais talentosos da liga, o Boston cederia Al Jefferson, Ryan Gomes, Gerald Green, Sebastian Telfair, Theo Ratliff e sua primeira escolha na próxima edição do "draft".Já o "Boston Globe" confirma que as negociações estão em andamento, mas coloca em dúvida se o acordo já estaria tão adiantado. O jornal não inclui a ida de Al Jeferson para os Wolves, mas indica que, além de uma, o time de Minnesota teria duas escolhas do "draft" do Boston.Uma discussão que emperra o negócio é o lado financeiro. Ele tem ainda mais dois anos de contrato e US$ 45 milhões para receber dos Wolves. Uma transferência causaria um aumento de 15% no valor, ou seja, um acréscimo de US$ 6,75 milhões no salário a ser pago ao jogador.Já de acordo com a "Sports Illustrated", Jefferson, Ratliff e Green seriam os escolhidos para irem ao time de Minnesota em troca de Garnett.A idéia do Boston é formar um "power trio" (trio de força) capaz de recolocar o time entre as principais forças da liga na próxima temporada. Os Celtics teriam como base Paul Pierce, Ray Allen e Garnett (três estrelas da NBA), além de Rondo e Kendrick Perkins. Se, além do jogador dos Wolves, os Celtics fecharem com um armador e um outro ala-pivô, teriam uma equipe capaz de voltar às finais da liga, o que não acontece desde as cinco aparições da "era Larry Bird", entre 1981 e 1987.

Publicação de: www.uol.com.br/esportes

Seleção brasileira inicia preparação para Pré-Olímpico na sexta

Da RedaçãoEm São Paulo:

Após conquistar o tricampeonato pan-americano, a seleção brasileira masculina inicia nesta sexta-feira a preparação para o Pré-Olímpico, que será disputado em Las Vegas entre os dias 22 de agosto e 2 de setembro."A prioridade nesta reta final é fazer os ajustes na parte tática com a chegada dos atletas que faltam até a nossa viagem para Porto Rico. Em San Juan, disputaremos o Torneio Tuto Marchand contra Argentina, Canadá e Porto Rico e acertaremos os últimos detalhes para o Pré-Olímpico", explicou o técnico Lula Ferreira.Como apenas duas seleções garantem vaga nos Jogos Olímpicos de Pequim, em 2008, o Brasil tem como principais adversários os Estados Unidos e a Argentina."A expectativa é a conquista da vaga olímpica. O grupo está focado nesse objetivo e vai a Las Vegas mais amadurecido, mas forte, mais consciente. Na teoria, temos chances reais de classificar o Brasil para a Olimpíada de Pequim. Mas temos que mostrar esse potencial em quadra, vencendo os adversários. Precisamos provar a nossa força jogando o melhor basquete possível. E é para isso que vamos trabalhar", disse o treinador."O Pan Rio 2007 fazia parte da preparação global para o Pré-Olímpico, claro que com o objetivo de conquistar o tricampeonato. Conseguimos cumprir com a nossa meta, ganhando a medalha de ouro. Além disso, o time brasileiro mostrou uma clara evolução e jogou, acima de tudo, um basquete coletivo e solidário, tanto na defesa quanto no ataque", completou.

Publicação de: www.uol.com.br/esportes

CBB planeja trazer NBA para o Brasil

SEGUNDA-FEIRA, 30 DE JULHO DE 2007 13h06

Da Máquina do Esporte São Paulo:

A Confederação Brasileira de Basquete (CBB) pretende investir US$ 1,5 milhão para trazer dois jogos da NBA para o Brasil. O aporte seria feito por patrocinadores, poder público e emissoras de TV. As informações são da agência “Reuters Brasil”. Segundo Gerasime Bozikis, presidente da entidade, as conversas com David Stern, comissário da liga profissional de basquete norte-americano, já foram iniciadas. A idéia é realizar duas partidas da pré-temporada da competição em São Paulo e no Rio de Janeiro, onde seria aproveitada a estrutura montada no Riocentro para os Jogos Pan-Americanos. "[As disputas] seriam entre um time que tenha brasileiro e uma seleção brasileira. É possível acontecer isso no ano que vem, em outubro", afirmou o dirigente, salientando que na capital paulista o jogo seria realizado no Ginásio do Ibirapuera. A quantidade de jogadores do país na NBA também seria um facilitador para o projeto. Grego, como é conhecido o mandatário da NBA, aposta em um jogo contra o Phoenix Suns, de Leandrinho, o Cleveland Cavaliers, de Anderson Varejão, ou o Denver Nuggets, de Nenê. A NBA conta ainda com os brasileiros Rafael Araújo, do Utah Jazz, e Marquinhos, do New Orleans/Oklahoma Hornets. Tiago Splitter foi um dos selecionados no “draft” da liga e deve integrar o elenco do San Antonio Spurs na próxima temporada.

segunda-feira, 30 de julho de 2007

BRASIL É TRICAMPEÃO DOS JOGOS PAN-AMERICANOS


Rio de Janeiro – A seleção brasileira adulta masculina de basquete, patrocinada pela Eletrobrás, conquistou o tricampeonato do torneio masculino dos Jogos Pan-Americanos. Na final do Pan Rio 2007, disputada na Arena Multiuso, completamente lotada (15 mil pessoas), o Brasil venceu Porto Rico por 86 a 65 (50 a 34 no primeiro tempo), com 20 pontos do cestinha João Paulo. O principal pontuador porto-riquenho foi o ala Reyes, com 14 pontos. Na disputa da medalha de bronze, o Uruguai derrotou a Argentina por 99 a 93 na prorrogação (81 a 81 no tempo normal).
— Os jogadores do Brasil estão de parabéns pela bela campanha, dedicação e o título. Nós jogamos como equipe e o jogo coletivo foi decisivo para essa conquista inédita. Os atletas entenderam a importância de ganhar o Pan-Americano, que foi uma etapa da nossa preparação em busca da vaga para a Olimpíada de Pequim. O grupo está mais maduro e consciente e está bem claro que a força da equipe está nos jogadores — comentou o técnico Lula Ferreira, bicampeão pan-americano (Santo Domingo/2003 e Rio de Janeiro/2007).
Nas 15 edições do torneio masculino, o Brasil subiu 13 vezes ao pódio e, por cinco vezes, os rapazes asseguraram a medalha de ouro: Cáli, na Colômbia (1971); Indianápolis, nos Estados Unidos (1987); Winnipeg, no Canadá (1999); Santo Domingo, na República Dominicana (2003) e Rio de Janeiro, no Brasil (2007). Foram mais duas medalhas de prata e seis de bronze. O basquete é o esporte coletivo com o maior número de medalhas de ouro (8) na história do Pan-Americano e no total (23).
— Todo grupo treinou muito e a medalha de ouro foi a recompensa pelo nosso esforço e dedicação. Desde o primeiro jogo contra Ilhas Virgens, o time se emprenhou. Fomos adquirindo conjunto, entrosamento e jogamos coletivamente. Na final contra Porto Rico, impomos nosso ritmo de jogo e controlamos a partida logo no primeiro período. Depois foi só administrar a vantagem. Essa vitória é a consagração de um grupo novo. Para mim, a medalha tem um sabor especial porque, além de marcar a minha estréia na seleção adulta, eu sou carioca. Nada é mais emocionante do que conquistar um título em casa — declarou o ala Marquinhos.
— Jogar no nosso país, diante da nossa torcida e familiares, trazia a responsabilidade de ganhar a medalha de ouro. Todos os jogadores e a comissão técnica se empenharam e trabalharam muito para conseguir esse título. A conquista foi merecida e todos estão de parabéns. Essa medalha é de todo o povo brasileiro, que torceu e nos apoiou em todos os jogos — comentou o pivô Murilo, bicampeão pan-americano (Santo Domingo/2003 e Rio de Janeiro/2007).
— Nós sabíamos que Porto Rico ia vir com tudo para ganhar da gente e, por isso, tínhamos que jogar concentrados desde o início. Ditamos o ritmo do jogo e conseguimos abrir vantagem para vencer. Nós temos um grupo muito unido, que trabalhou duro para ganhar esse título. Agradeço a comissão técnica, em especial ao treinador Lula Ferreira, pela confiança em mim. Estou muito feliz pela conquista da medalha de ouro em nosso país — disse o ala Marcus.
BRASIL (32 + 18 + 16 + 20 = 86)
Valtinho (9pts e 8 assistências), Marcelinho (17, 7 rebotes, 5 assistências e 4 recuperações), Marquinhos (14 e 7 rebotes), Murilo (11 e 6 rebotes) e João Paulo (20 e 7 rebotes). Entraram: Nezinho (3), Marcus (8), Marcelo Huertas (4), Caio Torres (0), Guilherme Teichmann (0) e Paulão (0). Técnico: Lula Ferreira.
PORTO RICO (15 + 19 + 16 + 15 = 65)
Barea (11pts), Guzman (2), Carmona (4), Reyes (14) e Ramos (8). Entraram: Jones (12), Bardiel (2), Sanchez (2), Narvaez (4), Colon (2), Lee (2) e Velenzuela (2). Técnico: Manuel Veja.
CAMPANHA DO BRASIL
Brasil 86 x 81 Ilhas Virgens
Brasil 98 x 63 Canadá
Brasil 97 x 94 Porto Rico
Brasil 85 x 73 Uruguai (semifinal)
Brasil 86 x 65 Porto Rico (final)
TABELA
Sábado (dia 28 de julho)
Disputa do 5º ao 8º lugar
Panamá 68 x 67 Canadá e Ilhas Virgens x Estados Unidos
Fase Semifinal
Porto Rico 89 x 80 Argentina e Brasil 85 x 73 Uruguai
Domingo (dia 29 de julho)
Disputa da medalha de bronze – Argentina 93 x 99 Uruguai
Disputa da medalha de ouro – Porto Rico 65 x 86 Brasil
13h30 – Disputa de 5º e 6º lugar – Panamá x Estados Unidos
15h30 – Disputa de 7º e 8º lugar – Canadá x Ilhas Virgens
OBS: Horário de Brasília.
CLASSIFICAÇÃO FINAL
1. Brasil (ouro); 2. Porto Rico (prata); 3. Uruguai (bronze); 4. Argentina

quinta-feira, 26 de julho de 2007

Coletivo, Brasil atropela Canadá e avança à semifinal


Giancarlo GiampietroEnviado especial do UOLNo Rio de Janeiro:

O técnico Lula Ferreira afirma que a versão 2007 da seleção brasileira vai, enfim, primar pelo basquete coletivo. Nesta quinta-feira, na vitória por 98 a 63 contra o Canadá, o time deu ao menos uma amostra de que pode caminhar para isso.

CENAS DA VITÓRIA BRASILEIRA

Pivô Murilo (esq.) mais uma vez foi um dos destaques da seleção brasileira em quadra

Canadense Brempong encara a marcação brasileira na partida desta quinta-feira
Todos os 11 jogadores do elenco brasileiro fizeram uma cesta no mínimo. Dentro dessa distribuição ofensiva, o pivô Murilo foi mais uma vez o cestinha, com 24. Além de Murilo, JP Batista (14), Marquinhos (12), Nezinho (11) e Valtinho (10) chegaram aos dois dígitos na pontuação. Marcelinho Machado, com nove pontos, chegou perto. Classificado para a semifinal, o Brasil agora disputa a liderança do grupo, nesta sexta-feira, contra Porto Rico, que também venceu seus dois primeiros jogos. O Canadá já havia perdido na véspera por 82 a 63 e, assim como as Ilhas Virgens, já está eliminado do Pan. O jogoA seleção brasileira reduziu seu número de erros no ataque, conseguiu uma boa movimentação de bola, e a repartição dos pontos pela equipe foi facilitada. O ataque teve uma execução eficiente, mas a defesa brasileira se mostrou vulnerável no primeiro quarto. Depois de abrir oito pontos de vantagem no início de jogo, com 16 a 8, a seleção passou a ter problemas defensivos, principalmente com a linha dos três pontos. De chute em chute de longa distância, os canadenses entraram no jogo e o placar foi de 25 a 23. O Brasil permitiu que o adversário ultrapassasse os 20 pontos pela primeira vez em um quarto - o time havia feito 18 no máximo em uma parcial contra Porto Rico. No segundo quarto, porém, a marcação foi acertada no perímetro, as oportunidades canadenses foram reduzidas, e o time foi obrigado usar seu fraco jogo interno, que não funcionou, e o Brasil foi para o intervalo com 53 a 37.A presença massiva do jovem Caio Torres - 2,11 m e 130 kg - no centro do garrafão, à frente da cesta, foi fundamental nesse ponto, apesar de sua falta de capacidade atlética. O pivô compareceu com agressividade em todas as trocas de marcação, alterou muitos arremessos e foi uma âncora defensiva. O ataque do Canadá continuou desajustado diante da contenção brasileira no terceiro quarto, e a vantagem foi crescendo gradativamente - o terceiro período começou com 75 a 48 -, e Lula pôde mandar à quadra o ala Guilherme Teichmann e o pivô Paulão, que pontuaram logo em seus primeiros arremessos. A dupla não deve ser muito utilizada na fase final. O quarto final acabou funcionando mais como um treino para a seleção, já que os canadenses não esboçaram nenhuma alternativa tática para tentar uma reação.
Publicado por: www.uol.com.br/esportes

BRASIL VENCE ILHAS VIRGENS POR 86 x 81 NO PAN DO RIO


Rio de Janeiro – A seleção brasileira adulta masculina de basquete, patrocinada pela Eletrobrás, venceu as Ilhas Virgens por 86 a 81 (51 a 43 no primeiro tempo), pela primeira rodada dos 15º Jogos Pan-Americanos do Rio de Janeiro, que estão sendo disputados na Arena Multiuso. O cestinha da partida foi Elegar, de Ilhas Virgens, com 21 pontos. Os principais pontuadores da equipe brasileira foram João Paulo e Murilo, ambos com 17 pontos. Na preliminar, também pelo grupo “A”, Porto Rico venceu o Canadá por 82 a 63 (42 a 30).
— O principal ponto positivo do Brasil nessa estréia foi que a equipe jogou com muita coletividade. Mesmo nos raros momentos de desequilíbrio na partida, o grupo manteve o conjunto e isso foi muito importante. Já o nosso rebote defensivo não funcionou tão bem e perdemos 17 bolas. Vamos corrigir essas falhas e melhorar para enfrentar o Canadá — analisou o técnico Lula Ferreira.
— Enfrentamos na estréia um adversário difícil e chato de jogar. Apresentamos bons e maus momentos. Precisamos melhorar essa regularidade para os próximos jogos. Fico feliz de ter ajudado a equipe a conquistar a vitória, independente de ser o cestinha ou o reboteiro — disse o pivô Murilo.
— Estrear na seleção brasileira em um ginásio lotado foi uma benção de Deus para a minha carreira. Não tenho palavras para descrever a grande emoção que sinto nesse momento. Quanto à partida, acho que fomos bem e jogamos com coletividade, o que foi decisivo para a vitória. Fizemos uma boa movimentação no ataque, mas temos que melhorar na defesa, principalmente no rebote — comentou o pivô João Paulo.
O Brasil volta à quadra nesta quinta-feira (15h30 de Brasília) para enfrentar o Canadá. A segunda rodada terá ainda Ilhas Virgens x Porto Rico (13h15), Panamá x Estados Unidos (19h45) e Uruguai x Argentina (22h).
BRASIL (32 + 19 + 16 + 19 = 86)
Valtinho (15pts e 8 assistências), Marcelinho (10), Marquinhos (4), Murilo (17 e 11 rebotes) e João Paulo (17 e 9 rebotes). Entraram: Caio Torres (4), Marcelo Huertas (16), Marcus (0), Nezinho (3) e Paulão (0) . Técnico: Lula Ferreira
ILHAS VIRGENS (21 + 22 + 19 + 19 = 81)
Sheppard (12pts), Edwin (0) , Thomas (2), Victor (12) e Rhymer (7). Entraram: Miller (5), Heywood (6), Elegar (21), Francis (3), Krauser (9) e Hodge (4). Técnico: Tevester Anderson.

Publicado por: http://www.cbb.com.br/

terça-feira, 24 de julho de 2007

BRASIL ESTRÉIA CONTRA ILHAS VIRGENS NO PAN DO RIO 2007

Rio de Janeiro – A seleção brasileira adulta masculina de basquete, patrocinada pela Eletrobrás, estréia contra as Ilhas Virgens nesta quarta-feira (15h30 de Brasília), nos 15º Jogos Pan-Americanos do Rio de Janeiro. Na quinta-feira, o Brasil enfrenta o Canadá e na sexta-feira é a vez de Porto Rico, ambos os jogos às 15h30. Nas 14 edições anteriores, os brasileiros subiram 12 vezes ao pódio e, por quatro vezes, os rapazes asseguraram a medalha de ouro: Cáli, na Colômbia (1971); Indianápolis, nos Estados Unidos (1987); Winnipeg, no Canadá (1999) e Santo Domingo, na República Dominicana (2003). Foram mais duas medalhas de prata e seis de bronze. Brasil e Ilhas Virgens se enfrentaram três vezes na história do Pan, com duas vitórias brasileiras.
Dos 11 jogadores que estão relacionados pelo técnico Lula Ferreira, oito participarão do Pan pela primeira vez: os armadores Nezinho e Marcelo Huertas; os alas Marquinhos, Guilherme Teichmann e Marcus; e os pivôs Caio Torres, João Paulo e Paulão. Dois disputam os Jogos pela segunda vez (Valtinho e Murilo), enquanto o ala/armador Marcelinho, de 32 anos, terá a chance de se tornar o primeiro jogador de basquete a conquistar o tricampeonato.
— É maravilhoso jogar o Pan em uma Arena tão espetacular, que fica a 20 minutos da minha casa. Quando fizemos o primeiro treino na quadra principal, ficamos absolutamente encantados e ainda mais animados para começar. Quanto à estréia, é sempre uma partida mais nervosa. Ilhas Virgens tem um estilo de jogo americano, com muita velocidade e temos que estar atentos. Pessoalmente, é uma honra disputar a minha terceira medalha de ouro. Mas o meu maior orgulho é participar de três edições do Pan em três grupos diferentes, mostrando a minha evolução como jogador — comentou o ala/armador Marcelinho Machado, bicampeão pan-americano (Winnipeg/1999 e Santo Domingo/2003) e que marcou 1.308 pontos em 83 jogos oficiais pela seleção brasileira.
O técnico Lula Ferreira, medalha de ouro em Santo Domingo (2003), disputa seu segundo Pan no comando da seleção brasileira, faz uma análise dos adversários da primeira fase.
— Estreamos contra Ilhas Virgens, um adversário que tem muito menos tradição que o Brasil, mas conta com uma formação individual boa. Temos que encarar essa primeira partida com muita seriedade, fazendo valer a força do basquete brasileiro. Depois enfrentamos o Canadá, uma equipe bem organizada taticamente, mas que muda muito a cada competição. Vencendo os dois primeiros jogos consolidamos nossa classificação para as semifinais. Encerramos a primeira fase contra o renovado time de Porto Rico, que vem de técnico novo. É uma seleção que impõe respeito e chega ao Rio com um elenco mais jovem, misturado com alguns atletas mais experientes — analisou o técnico Lula Ferreira que, em 72 jogos oficiais, soma 49 vitórias.
Um dos destaques do Brasil é o pivô Murilo, de 23 anos, que estreou na equipe principal no Pan de Santo Domingo (2003) quando conquistou a medalha de ouro.
— A expectativa é a melhor possível para disputar esse Pan no Rio, contando com o apoio da torcida, dos nossos familiares e amigos. Vamos lutar muito para compensar o carinho de todos com mais uma medalha de ouro para o Brasil. Independente do adversário, temos que entrar em quadra com determinação e impor o nosso ritmo desde o início, tirando toda vantagem possível de jogar em casa — disse o pivô Murilo, medalha de ouro no Pan-Americano de Santo Domingo, em 2003.
Da edição dos Jogos de Buenos Aires (Argentina/1951) até Santo Domingo (República Dominicana/2003), a seleção masculina disputou 94 partidas, com 69 vitórias e 25 derrotas. O jogador recordista em participações, com cinco Pan-Americanos na carreira, é Marcel de Souza (1975 / 1979 / 1983 / 1987 / 1991). Os técnicos com o maior número de Pans (3) são: Ary Vidal (1979 / 1987 / 1995), Edson Bispo dos Santos (1967 / 1971 / 1975) e Togo Renan Soares, o Kanela (1951 / 1959 / 1963).
ALEX FORA DO PAN – O ala Alex Garcia sofreu uma contusão na mão esquerda segunda-feira à noite durante o jogo treino contra os Estados Unidos, no ginásio da Gávea, e está fora dos Pan Rio 2007. Segundo o médico da CBB, Dr. Carlos Vicente Andreoli, o jogador precisará de três a quatro semanas para tratamento e recuperação.
BRASIL
4. Marcelinho; 5. Nezinho; 6. Murilo; 7. Marcus; 8. Marcelo Huertas; 9. Valtinho; 11. Guilherme Teichmann; 12. Caio Torres; 13. João Paulo; 14. Marquinhos; 15. Paulão. Técnico: Lula Ferreira.
ILHAS VIRGENS
4. Bell; 5. Edwin; 6. Elegar; 7. Francis; 8. Hodge; 9. Krauser; 10. Miller; 11. Rhymer; 12. Richards; 13. Sheppard; 14. Thomas III; 15. Victor.
OS CONFRONTOS
1975 – Brasil 129 x 80 Ilhas Virgens (Cidade do México / México)
1979 – 92 x 98 Ilhas Virgens (San Juan / Porto Rico)
1987 – 103 x 98 Ilhas Virgens (Indianápolis / Estados Unidos)
TABELA
Grupo “A”: Brasil, Canadá, Ilhas Virgens e Porto Rico
Grupo “B”: Argentina, Estados Unidos, Panamá e Uruguai
1ª Rodada – Quarta-feira (dia 25 de julho)
Porto Rico x Canadá (13h15), Brasil x Canadá (15h30), Panamá x Argentina (19h45) e Estados Unidos x Uruguai (22h)
2ª Rodada – Quinta-feira (dia 26 de julho)
Ilhas Virgens x Porto Rico (13h15), Canadá x Brasil (15h30), Panamá x Estados Unidos (19h45) e Uruguai x Argentina (22h)
3ª Rodada – Sexta-feira (dia 27 de julho)
Ilhas Virgens x Canadá (13h15), Brasil x Porto Rico (15h30), Argentina x Estados Unidos (19h45) e Uruguai x Panamá (22h)
Sábado (dia 28 de julho)
Disputa do 5º ao 8º lugar
B3 x A4 (8h) e A3 x B4 (17h15)
Fase Semifinal
B1 x A2 (10h15) e A1 x B2 (15h00)
Domingo (dia 29 de julho)
08h45 – Disputa da medalha de bronze
11h00 – Disputa da medalha de ouro
13h30 – Disputa de 5º e 6º lugar
15h30 – Disputa de 7º e 8º lugar
OBS: Horário de Brasília.

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CONTUSÃO TIRA ALA ALEX DO PAN RIO 2007


Rio de Janeiro — O ala Alex Garcia sofreu uma contusão na mão esquerda segunda-feira à noite durante o jogo treino contra os Estados Unidos, no ginásio da Gávea, e está fora dos 15º Jogos Pan-Americanos do Rio de Janeiro. Segundo o médico da CBB, Dr. Carlos Vicente Andreoli, o jogador precisará de três a quatro semanas para tratamento e recuperação.
— O atleta Alex Garcia sofreu uma fratura do quarto metacarpo esquerdo e será submetido à cirurgia nesta terça-feira à noite, no Hospital Barra D'or, no Rio de Janeiro. Alex ficará em tratamento de três a quatro semanas para recuperação e retorno ao esporte — explicou o Dr. Carlos Vicente Andreoli.
— Sentimos muito a contusão do Alex, que é um jogador titular importante. Agora, o time tem que superar essa perda e se dedicar ainda mais em quadra, para suprir taticamente a falta do Alex, dividindo entre si as tarefas nas partidas — disse o técnico Lula Ferreira.
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BRASIL FICA COM A MEDALHA DE PRATA NO PAN RIO 2007

Rio de Janeiro – A seleção brasileira adulta feminina de basquete, patrocinada pela Eletrobrás, ficou com a medalha de prata nos 15º Jogos Pan-Americanos do Rio de Janeiro, que estão sendo realizados na Arena Multiuso. Na partida final, o Brasil foi superado pelos Estados Unidos por 79 a 66 (33 a 34 no primeiro tempo). As cestinhas da partida foram a americana Ajavon e a brasileira Micaela, com 27 e 21 pontos, respectivamente. Na disputa da medalha de bronze, Cuba derrotou o Canadá por 62 a 49.
— Perdemos a medalha de ouro no último período, da mesma forma como aconteceu na semifinal do Mundial, contra a Austrália. A equipe veio num crescente e estávamos todas focadas na conquista da medalha de ouro. Tenho certeza de que cada uma de nós fez o seu melhor. Agora é levantar a cabeça porque temos o Pré-Olímpico pela frente em setembro — disse a ala Micaela.
O jogo marcou a despedida do técnico Antonio Carlos Barbosa e da ala Janeth Arcain.
— Claro que fico triste por não conquistar a medalha de ouro, mas saio muito orgulhosa dessa geração, que trará muitas alegrias ao basquete feminino do Brasil. Também me sinto extremamente privilegiada por ter feito minha despedida em uma Arena tão espetacular. As americanas fizeram o jogo da vida delas, no dia em que deu tudo certo. A nossa equipe evoluiu bastante durante a competição e deve ficar muito feliz com a medalha de prata, que é uma grande conquista. Agora que encerro minha carreira, gostaria de ser lembrada como uma atleta dedicada, simples, que sempre fez o que mais gostou na vida, que é jogar basquete. Fico honrada em fazer parte de uma geração vencedora do esporte brasileiro, desde o tempo em que jogava com a Paula e Hortência, num grupo que ajudou o basquete a conquistar o respeito internacional e se manter entre as quatro melhores equipes do mundo. Agradeço ao povo brasileiro que sempre me apoiou e incentivou — comentou a ala Janeth, que dá adeus às quadras após 21 anos de conquistas, marcando 2.908 pontos em 170 partidas oficiais pelas seleções brasileiras juvenil e adulta.
— Individualmente, a equipe americana fez uma partida perfeita, principalmente no último período, quando marcaram 30 pontos. Inclusive fizeram duas cestas de três pontos com o cronômetro zerado. Com relação ao Brasil, fizemos o nosso jogo nos três primeiros períodos. No último quarto, o time delas conseguiu superar a nossa defesa. De qualquer forma, quero parabenizar as jogadoras e a Comissão Técnica pelo empenho e dedicação. O objetivo era a medalha de ouro, mas como costumo dizer, foi o que tinha que ser. Consegui manter o Brasil entre os quatro melhores do mundo, o que para nossa realidade é um feito. Encerro minha carreira como técnico e começo um novo desafio como supervisor das categorias de base — analisou o técnico Antonio Carlos Barbosa, que se despede da seleção, acumulando 176 vitórias em 225 jogos oficiais em 21 anos de carreira como técnico das seleções cadete, juvenil e adulta.
No pódio, as jogadoras da seleção vestiram camisetas com uma foto e a frase ‘Janeth é’ complementada por uma palavra para cada atleta: determinação, sucesso, coragem, exemplo, superação, seriedade, garra, vitória. A ala também recebeu uma blusa na qual o complemento era: insubstituível.
Após a cerimônia de premiação, o presidente da CBB, Gerasime Grego Bozikis, e o vice-presidente Roberto Beck, entregaram uma placa para Janeth e Barbosa com os seguintes dizeres: “Janeth Arcain dos Santos: homenagem da Confederação Brasileira de Basquete à atleta que dedicou sua vida ao basquete e conquistou valiosos títulos para o Brasil”.
Foi a décima medalha conquistada pelas brasileiras nas treze edições do torneio feminino dos Jogos Pan-Americanos. A seleção venceu em Winnipeg, no Canadá (1967); em Cáli, na Colômbia (1971); e em Havana, Cuba (1991). As meninas foram quatro vezes medalha de prata e três de bronze. No Pan de Santo Domingo (2003), O Brasil ficou com a medalha de bronze.
BRASIL (19 + 15 + 19 + 13 = 66)
Adrianinha (19pts), Micaela (21), Janeth (14), Ega (0) e Kelly (6). Entraram: Karen (0), Mamá (0), Tatiana (4) e Graziane (2). Técnico: Antonio Carlos Barbosa.
ESTADOS UNIDOS (18 + 15 + 16 + 30 = 79)
Ajavon (27pts), Wiggins (4), Hornbuckle (8), Anosike (10) e Humhrey (8). Entraram: Fox (0), Appel (0), Larkins (4), Coleman (1) e McCoughtry (17). Técnica: Dawn Staley.
CAMPANHA DO BRASIL
Dia 20 – Brasil 81 x 69 Jamaica
Dia 21 – Brasil 88 x 44 México
Dia 22 – Brasil 77 x 63 Canadá
Dia 23 – Brasil 79 x 70 Cuba (semifinal)
Dia 24 – Brasil 66 x 79 Estados Unidos (final)
Segunda-feira (dia 23 de julho)
Disputa de 5º ao 8º lugar
Jamaica 61 x 73 Argentina
22h00 – Colômbia x México
Fase Semifinal
Brasil 79 x 60 Cuba e Estados Unidos 75 x 59 Canadá
Terça-feira (dia 24 de julho)
Disputa da medalha de bronze – Cuba 62 x 49 Canadá
Disputa da medalha de ouro – Brasil 66 x 79 Estados Unidos

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sábado, 21 de julho de 2007

SELEÇÃO ADULTA MASCULINA CHEGA À VILA NESTE DOMINGO

São Paulo – Chegou o dia, chegou a hora. A seleção brasileira adulta masculina de basquete, patrocinada pela Eletrobrás, entra na Vila Pan-Americana no Rio de Janeiro neste domingo (13h de Brasília). O Brasil, que está no grupo “A”, terá como adversários na primeira fase as Ilhas Virgens (quarta-feira), Porto Rico (quinta) e Canadá (sexta). Todos os jogos serão realizados às 15h30 de Brasília. Dos 12 jogadores que estão relacionados pelo técnico Lula Ferreira, oito participarão do Pan pela primeira vez: os armadores Nezinho e Marcelo Huertas, os alas Marquinhos, Guilherme Teichman e Marcus e os pivôs Caio Torres, João Paulo e Rafael.
— É claro que a ansiedade aumenta na véspera de entrar na Vila. Acho que será uma experiência bem bacana conviver com outros atletas e sentir de perto o espírito dos Jogos. Também estou ansioso para ver a Arena, que até agora conheço apenas pela TV. Quanto à competição, a nossa expectativa é a medalha de ouro e é por ela que estamos trabalhando — comentou o ala Guilherme Teichmann.
— A expectativa é enorme porque vou estrear na seleção. Estou feliz, ansioso e muito animado para dar início à minha trajetória na equipe principal. Disputar o Pan em casa é uma oportunidade única e continuo trabalhando muito para aproveitar esta chance. Sabemos que temos condições de conquistar o tricampeonato e vamos lutar com determinação e confiança para ganhar a medalha de ouro — disse o pivô João Paulo.
— Acredito que será muito legal o clima de confraternização na Vila. É uma emoção grande estar num lugar com os melhores atletas do Brasil. A ansiedade é sempre normal antes de uma estréia, mas já me acostumei e isso não atrapalha. Vamos buscar a medalha de ouro, conscientes que teremos grandes adversários pela frente. Estamos confiantes no trabalho e na garra da equipe, que está unida para alcançar esse objetivo — declarou o armador Nezinho.

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BRASIL GANHA DA MÉXICO E GARANTE VAGA NA SEMIFINAL

Rio de Janeiro – A seleção brasileira adulta feminina de basquete, patrocinada pela Eletrobrás, está na semifinal dos 15º Jogos Pan-Americanos do Rio de Janeiro, que estão sendo realizados na Arena Multiuso. Pela segunda rodada, o Brasil ganhou do México por 88 a 44 (44 a 19 no primeiro tempo), com 22 pontos da cestinha Micaela, e lidera o grupo “A”, com quatro pontos (duas vitórias). A principal pontuadora mexicana foi Brisa Silva, com 10 pontos. As brasileiras voltam à quadra neste domingo (22h de Brasília) para enfrentar o Canadá na decisão do primeiro lugar. A terceira rodada terá ainda Colômbia x Argentina (13h15), México x Jamaica (15h30) e Cuba x Estados Unidos (19h45).
— A equipe fez uma boa partida hoje. Ainda estamos cometendo alguns erros bobos, mas melhoramos bastante, tanto no ataque como na defesa. Precisamos melhorar a nossa média nos dois pontos e não desperdiçar lances-livres. Foi o nosso segundo jogo e vamos evoluir naturalmente a cada partida — comentou a armadora Adrianinha.
— Melhoramos bastante defensivamente. As mexicanas não são muito altas, mas têm boa impulsão e jogam com muito contato físico. Conseguimos fazer uma defesa agressiva, finalizamos bem as jogadas. Estamos ganhando confiança. Cada jogadora sabe do seu papel no time e todas estão preparadas para corresponder quando for solicitado — explicou a ala Micaela.
— Estou super feliz por ter entrado e marcado meus primeiros dois pontos no Pan. Agradeço ao técnico Barbosa pela confiança, o apoio das jogadoras e ao meu pai Jóia (ex-jogador), que me dá ótimas dicas e apóia a minha carreira no basquete. Também tenho que agradecer o carinho da torcida, que me chamou de Xuxa e pediu para que eu entrasse em quadra. O importante é que sempre que o técnico pedir, eu estarei pronta para jogar, mesmo que seja só para defender e não fazer nenhuma cesta — disse a pivô Ísis, que faz a sua estréia nos Jogos Pan-Americanos.
De acordo com o regulamento da competição, na primeira fase as equipes jogam entre si, em turno único, nos seus respectivos grupos. Os dois primeiros colocados de cada grupo se classificam para a semifinal, no sistema de cruzamento olímpico: A1 x B2 e B1 x A2. Os vencedores decidem o título, enquanto os perdedores disputam a medalha de bronze.
BRASIL (18 + 26 + 15 + 29 = 88)
Adrianinha (18pts, 8 rebotes, 5 assistências e 6 roubadas de bola), Karen (2), Janeth (11), Êga (6) e Kelly (11 e 10 rebotes). Entraram: Micaela (22 e 5 roubadas de bola), Chuca (0), Mamá (0), Palmira (6), Tatiana (8) e Ísis (2). Técnico: Antonio Carlos Barbosa.
MÉXICO (09 + 10 + 14 + 11 = 44)
Delgado (0pts), Villavicencio (0), Salman (0), Ramos (0) e Silva (10). Entraram: Carmona (6), Machuca (6), Arriola (2), Gutierrez (3), Garcia (8), Ramirez (3) e Gómez (6). Técnico: Gerardo Jimenez

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terça-feira, 3 de julho de 2007

Seleções masculina e feminina estão definidas para o Pan

As seleções feminina e masculina de basquete estão com suas delegações já acertadas para a disputa dos Jogos Pan-Americanos. A lista dos jogadores foi divulgada pelo COB (Comitê Olímpico Brasileiro).Na equipe do técnico Antonio Carlos Barbosa, destaca-se a presença da armadora Adrianinha, que rescindiu contrato com o Phoenix Mercury da WNBA e se colocou à disposição para o Pan, e a ausência da ala Iziane, que ainda tentava a liberação do Seattle Storm, mas não teve sucesso.

Ala Janeth é a atleta mais experiente da delegação brasileira que vai pelo basqueteEntre os homens, o treinador Lula Ferreira confirma uma equipe jovem. O ala Marquinhos é o único da legião brasileira da NBA que vai disputar o evento. Do grupo que disputou o último Mundial, no ano passado, a seleção terá apenas um titular - o ala-armador Marcelinho Machado, que joga em casa no Rio e luta por inédito tricampeonato. Os armadores Nezinho e Marcelinho Huertas, o ala-armador Alex e os pivôs Caio Torres e Murilo também estiveram no Japão. O restante do grupo é formado em grande parte por revelações do basquete do país em atividade na Europa - o ala Marcus Vinícius Toledo e o pivô Rafael Hettsheimeir na Espanha e o pivô João Batista na Lituânia. O veterano Valtinho, de volta à seleção, e o jovem ala Guilherme Teichmann, do Limeira, completam a lista. Entre as mulheres, a experiente Janeth tem apenas a ala-pivô Ega como companheira de time titular no Mundial de São Paulo. A armadora Adrianinha, a pivô Kelly, a ala Micaela e a ala-armadora Karen também participaram do evento. O grupo conta ainda com as pivôz Graziane, Mamá e Isis, as alas Chuca e Tayara e a ala-armadora Palmira. "Para mim, não existe outro pensamento que não seja a medalha de ouro. Temos obrigação de vencer em casa e dar esta alegria ao povo brasileiro. Estamos trabalhando duro para isso, sempre com muita dedicação. Estou consciente da minha responsabilidade, agora que sou uma veterana na seleção. Espero ajudar no que for possível para o grupo", disse Micaela. A seleção feminina enfrenta Canadá, Jamaica e México na primeira fase, enquanto os homens pegam Canadá, Ilhas Virgens e Porto Rico.

Matéria do UOL Esportes.

domingo, 1 de julho de 2007

UNIVERSO/Brasilia é campeão nacional de 2007


Com o melhor recorde do nacional, o time de Brasilia conquistou em Franca seu primeiro titulo nacional de basketball, o melhor jogador do campeonato foi o ala Alex Garcia, que também já atuou em Ribeirão Preto/COC, San Antonio Spurs e New Orleans Hornets. O placar final foi 93 x 88, e Brasilia fechou a serie em 3 x 1. Parabéns ao time de Brasilia pela conquista inédita.