terça-feira, 31 de julho de 2007

Diretor da NBA fica encantado com a Arena


Vincent Burniske conta como foi a visita ao ginásio e afirma que Rio deve ter jogo da liga:


Rodrigo Alves Do GLOBOESPORTE.COM, no Rio de Janeiro:


Em visita ao Brasil para assistir aos Jogos Pan-Americanos e conhecer as instalações esportivas da competição, um executivo da NBA circulava pela Arena Multiuso neste sábado, dia em que o Brasil bateu os uruguaios e garantiu vaga na final. O homem em questão é Vincent J. Burniske, diretor geral de Televisão Internacional e Mercado da liga profissional americana. Em entrevista ao GLOBOESPORTE.COM, ele confirmou o que o público carioca já esperava: a nova Arena tem plenas condições de receber um jogo amistoso da NBA, o que pode acontecer mais rápido do que se esperava: em outubro do ano que vem.


GLOBOESPORTE.COM: Os brasileiros estão muito impressionados com a qualidade da Arena Multiuso. O novo ginásio pode fazer o Brasil, enfim, receber um jogo da NBA?


VINCENT J. BURNISKE: Tem sido um objetivo da NBA nos últimos anos trazer um jogo para o Brasil, e uma das maiores limitações era o ginásio. Agora, tendo uma arena de primeiro nível, como esta, o horizonte muda completamente. Já temos o interesse dos patrocinadores e dos parceiros internacionais, mas para completar o evento de marketing é preciso haver um evento: um jogo de pré-temporada ou outros amistosos.
Quando isso vai acontecer? O prazo mínimo seria outubro de 2008. Nós trabalhamos bem adiantados, e nesta janela de outubro já temos uma programação.
O que você viu na Arena? Fiz um tour completo. Meus objetivos aqui no Rio são assistir aos Jogos Pan-Americanos, fazer contato com nossos parceiros e conhecer as instalações esportivas. Conheci várias, mas esta é a instalação-chave. Vi o ginásio do ponto de vista do público, da mídia, dos jogadores, e fiquei muito satisfeito ao notar que este pode ser um ginásio para a NBA.

GLOBOESPORTE.COM
As cadeiras da Arena passaram no teste durante o Pan-Americano
Desde o início do Pan, vários jogadores escorregaram no garrafão. Para quem está de fora, parece que a tinta não tem muita aderência. Você chegou a notar este ponto? Não, eu não posso comentar o aspecto técnico. A NBA está dividida entre as áreas de negócios, minha especialidade, e operações de basquete. Há um padrão para o piso. Se ele for considerado escorregadio, esteja seco ou molhado, vamos ver isso para ter a certeza de que não há risco de lesões.
A falta de um estacionamento na Arena pode ser um problema? Ainda não tive a oportunidade de conferir este pontos. Você sabe quantas vagas são?
A Arena não tem estacionamento para o público. Hum... não posso comentar sobre a parte operacional, porque especialistas virão até aqui. Mas há maneiras diferentes de chegar até a Arena. Então o fato de não haver vagas de estacionamento compatíveis com a capacidade de público não será uma limitação.
"Acima de tudo, esse lugar foi bem concebido. O visual, os ângulos da câmera, as arquibancadas, a estrutura para a mídia e o que diz respeito aos jogadores. São muitos pontos positivos e poucas limitações."


Vincent Burniske, diretor da NBA
E os pontos positivos? O que o deixou mais impressionado? Acima de tudo, esse lugar foi bem concebido. O visual, os ângulos da câmera, as arquibancadas, a estrutura para a mídia e também o que diz respeito aos jogadores. Há pouquíssimos ginásios nas Américas com duas quadras de treino permanentes. A zona mista permite que os jogadores deixem a quadra, falem com a imprensa durante um tempo estipulado e depois passem para a sala de entrevista coletiva. As entradas e saídas de público também são ótimas. O ginásio pode encher e esvaziar rapidamente. São muitos pontos positivos e poucas limitações.
Um possível amistoso seria necessariamente de um time com jogador brasileiro?
A idéia é ter sempre um ícone local. Agora que temos a bênção de contar com seis brasileiros na NBA, incluindo Tiago Splitter, que estará no San Antonio Spurs na temporada 20008/09, isso nos dá uma flexibilidade maior e uma grande probabilidade de tornar real.
Saiba mais

É mais fácil haver um jogo de pré-temporada ou um amistoso contra a nossa seleção, como cogitou o presidente da Confederação Brasileira de Basquete, Gerasime Bozikis? Contra seleção seria mais problemático. Em outubro, quando faremos o jogo, as seleções terão compromissos. Então enfrentar um time local criaria um problema de calendário. A idéia é trazer dois times da NBA, mas há uma outra opção: fazer um período de treinamento. Neste caso, em vez de três ou quatro dias, as equipes poderiam ficar, sete, oito, dez dias. E aproveitaríamos para fazer clínicas com técnicos brasileiros. Há muitas variáveis. Pode ser um jogo aqui no Rio, outro em São Paulo, ou um aqui, outro em Buenos Aires... vamos estudar a melhor maneira.

Matéria do: www.globo.com/nba

Confirmado ... os Celtics agora tem o ala All Star Kevin Garnett


Agora é oficial, o time do Boston Celtics e do Minnesota Timberwolves entraram em um acordo, os Celtics depois de adiquirir Ray Allen, agora conseguiram formar seu Poderoso Trio, com Paul Pierce, Ray Allen e agora Kevin Garnett. Para tal feito os Celtics mandaram para Minnesota praticamente um time, foram os alas Al Jefferson e Ryan Gomes, os armadores Gerald Green e Sebastian Telfair e o pivô Theo Ratliff, mais duas futuras escolhas no draft.

Pan inverte papéis das seleções de basquete

Giancarlo GiampietroEnviado especial do UOLNo Rio de Janeiro:

O Pan funciona como uma realidade alternativa no basquete brasileiro. Quando se trata dessa competição, a seleção masculina é elevada à condição de potência, enquanto a feminina fica para trás.

Apesar dos triunfos seguidos no Pan, o time masculino não vai a duas Olimpíadas já
BRASIL É TRICAMPEÃO
BRASILEIRAS PERDEM PARA EUA. As garotas brasileiras jogaram as duas últimas Olimpíadas - foram medalha de bronze em Sydney-2000 e quartas colocadas em Atenas-2004, enquanto os homens ficaram fora. Nos últimos dois Mundiais, as garotas ficaram em sétimo e quarto, enquanto os homens ocuparam os 8º e 17º lugares. No Rio de Janeiro, porém, foi confirmada a tendência de a competição colocar os homens degraus acima. Na despedida de Janeth e do técnico Antonio Carlos Barbosa, a seleção conquistou a medalha de prata, superada pelos Estados Unidos. O Brasil, que é uma das maiores forças do continente, não conquista um ouro nessa categoria desde Havana-1991. Já o time de Lula Ferreira conquistou o inédito tricampeonato do torneio ao atropelar o Porto Rico na decisão na Arena Multiuso - talvez a maior atração da modalidade no Rio, com a modernidade e infra-estrutura necessárias para se receber algum time da NBA. Quem esteve presente nas três conquistas foi o ala-armador Marcelinho Machado, único jogador de basquete a conseguir o feito na história do Pan. O torneio masculino, por um lado, não contou com a força máxima de seus participantes. Um dos poucos times nessas condições, o Uruguai, acabou com um pódio inédito, levando o bronze. Os Estados Unidos enviaram uma inexperiente seleção universitária. A Argentina, campeã olímpica, foi representada por uma formação "C". Enquanto Porto Rico e Canadá usaram o torneio para avaliar peças complementares para o Pré-Olímpico de Las Vegas. Mas essa também era a condição brasileira, com apenas dois jogadores possivelmente titulares - Valtinho e Machado. Do outro, a seleção feminina também não enfrentou rivais 100% respaldados. Nem mesmo as medalhistas de ouro - as norte-americanas presentes no Rio eram universitárias. A Argentina, surpresa do último Mundial, ficou sem quatro titulares. Todavia, a prioridade na temporada de ambas as equipes do país é a classificação à Olímpiada na Copa América. Neste ano, o time masculino pode dar fim ao jejum de participação nos Jogos, como um dos favoritos à conquista de uma das duas vagas em jogo. O feminino enfrenta um cenário um pouco mais complicado, já que há apenas uma vaga disponível, e os Estados Unidos ainda não estão assegurados em Pequim-2008. E dessa vez colocará em quadra suas estrelas da WNBA.

Publicação de: www.uol.com.br/esporte

"Importantíssimo", Marquinhos não sabe se joga em Las Vegas

Giancarlo GiampietroEnviado especial do UOLNo Rio de Janeiro:

O ala Marquinhos ganhou a confiança do técnico Lula Ferreira com seu rendimento na campanha de ouro no Pan-Americano e deve ter assegurado uma vaga entre os 12 selecionáveis para o Pré-Olímpico de Las Vegas, em agosto. Mas ele ainda não sabe exatamente se estará à disposição. "Tudo vai depender a discussão que eu tiver essa semana com minha equipe", disse o jogador do New Orleans Hornets. "Tive uma lesão [na canela esquerda] no torneio de verão, então talvez eles queiram me examinar."As equipes da NBA são obrigadas a liberar seus atletas às seleções nacionais para torneios da Fiba - e o Pré-Olímpico se enquadra nesse caso. A confederação brasileira apenas precisa pagar um seguro para cada jogador para que o time dê sinal verde. O de Marquinhos já foi pago, mas os Hornets podem, nos bastidores, induzir o atleta a recusar a convocação, como o San Antonio Spurs fez com Manu Ginóbili este ano. Ao ala disputou no Rio de Janeiro sua primeira competição com a seleção adulta. Terminou o campeonato com médias de 13,8 pontos, 5,4 rebotes, 2,0 assistências e 1,2 roubo de bola. Apesar dos números que comprovam sua versatilidade em quadra, Marquinhos disse que não pôde mostrar seu melhor basquete. "Ainda fiquei devendo e não mostrei me jogo, que é de ir para cesta mais vezes. Tive de me encaixar na seleção, segurar um pouco mais a bola e trabalhá-la. Mas para a seleção isso foi ótimo", disse. O técnico Lula Ferreira, no entanto, foi só elogios para o jogador. "O Marquinhos, mesmo sem estar nas melhores condições físicas, exibiu suas características que o tornam um jogador importantíssimo. Ele é decidido, personalizado e eclético no seu estilo e nos dá muitas variações táticas.""O título tem uma importância muito grande para mim, já que foi meu primeiro torneio internacional pela seleção e por ser em cada", afirmou o ala carioca. "Infelizmente tive de deixar o grupo no meio da preparação [para jogar uma liga de verão nos Estados Unidos], mas consegui contribuir de alguma forma. O time treinou muito forte."

Publicação de: www.uol.com.br/esportes

Mídia dos EUA diz que Garnett está perto de acerto com o Boston

Da RedaçãoEm São Paulo:

O ala Kevin Garnett está perto de uma transferência do Minnesota Timberwolves para o Boston Celtics. A informação foi dada nesta segunda-feira por alguns meios de comunicação dos Estados Unidos.De acordo com o "Boston Herald", o acordo está "essencialmente fechado". Para ter o jogador, um dos mais talentosos da liga, o Boston cederia Al Jefferson, Ryan Gomes, Gerald Green, Sebastian Telfair, Theo Ratliff e sua primeira escolha na próxima edição do "draft".Já o "Boston Globe" confirma que as negociações estão em andamento, mas coloca em dúvida se o acordo já estaria tão adiantado. O jornal não inclui a ida de Al Jeferson para os Wolves, mas indica que, além de uma, o time de Minnesota teria duas escolhas do "draft" do Boston.Uma discussão que emperra o negócio é o lado financeiro. Ele tem ainda mais dois anos de contrato e US$ 45 milhões para receber dos Wolves. Uma transferência causaria um aumento de 15% no valor, ou seja, um acréscimo de US$ 6,75 milhões no salário a ser pago ao jogador.Já de acordo com a "Sports Illustrated", Jefferson, Ratliff e Green seriam os escolhidos para irem ao time de Minnesota em troca de Garnett.A idéia do Boston é formar um "power trio" (trio de força) capaz de recolocar o time entre as principais forças da liga na próxima temporada. Os Celtics teriam como base Paul Pierce, Ray Allen e Garnett (três estrelas da NBA), além de Rondo e Kendrick Perkins. Se, além do jogador dos Wolves, os Celtics fecharem com um armador e um outro ala-pivô, teriam uma equipe capaz de voltar às finais da liga, o que não acontece desde as cinco aparições da "era Larry Bird", entre 1981 e 1987.

Publicação de: www.uol.com.br/esportes

Seleção brasileira inicia preparação para Pré-Olímpico na sexta

Da RedaçãoEm São Paulo:

Após conquistar o tricampeonato pan-americano, a seleção brasileira masculina inicia nesta sexta-feira a preparação para o Pré-Olímpico, que será disputado em Las Vegas entre os dias 22 de agosto e 2 de setembro."A prioridade nesta reta final é fazer os ajustes na parte tática com a chegada dos atletas que faltam até a nossa viagem para Porto Rico. Em San Juan, disputaremos o Torneio Tuto Marchand contra Argentina, Canadá e Porto Rico e acertaremos os últimos detalhes para o Pré-Olímpico", explicou o técnico Lula Ferreira.Como apenas duas seleções garantem vaga nos Jogos Olímpicos de Pequim, em 2008, o Brasil tem como principais adversários os Estados Unidos e a Argentina."A expectativa é a conquista da vaga olímpica. O grupo está focado nesse objetivo e vai a Las Vegas mais amadurecido, mas forte, mais consciente. Na teoria, temos chances reais de classificar o Brasil para a Olimpíada de Pequim. Mas temos que mostrar esse potencial em quadra, vencendo os adversários. Precisamos provar a nossa força jogando o melhor basquete possível. E é para isso que vamos trabalhar", disse o treinador."O Pan Rio 2007 fazia parte da preparação global para o Pré-Olímpico, claro que com o objetivo de conquistar o tricampeonato. Conseguimos cumprir com a nossa meta, ganhando a medalha de ouro. Além disso, o time brasileiro mostrou uma clara evolução e jogou, acima de tudo, um basquete coletivo e solidário, tanto na defesa quanto no ataque", completou.

Publicação de: www.uol.com.br/esportes

CBB planeja trazer NBA para o Brasil

SEGUNDA-FEIRA, 30 DE JULHO DE 2007 13h06

Da Máquina do Esporte São Paulo:

A Confederação Brasileira de Basquete (CBB) pretende investir US$ 1,5 milhão para trazer dois jogos da NBA para o Brasil. O aporte seria feito por patrocinadores, poder público e emissoras de TV. As informações são da agência “Reuters Brasil”. Segundo Gerasime Bozikis, presidente da entidade, as conversas com David Stern, comissário da liga profissional de basquete norte-americano, já foram iniciadas. A idéia é realizar duas partidas da pré-temporada da competição em São Paulo e no Rio de Janeiro, onde seria aproveitada a estrutura montada no Riocentro para os Jogos Pan-Americanos. "[As disputas] seriam entre um time que tenha brasileiro e uma seleção brasileira. É possível acontecer isso no ano que vem, em outubro", afirmou o dirigente, salientando que na capital paulista o jogo seria realizado no Ginásio do Ibirapuera. A quantidade de jogadores do país na NBA também seria um facilitador para o projeto. Grego, como é conhecido o mandatário da NBA, aposta em um jogo contra o Phoenix Suns, de Leandrinho, o Cleveland Cavaliers, de Anderson Varejão, ou o Denver Nuggets, de Nenê. A NBA conta ainda com os brasileiros Rafael Araújo, do Utah Jazz, e Marquinhos, do New Orleans/Oklahoma Hornets. Tiago Splitter foi um dos selecionados no “draft” da liga e deve integrar o elenco do San Antonio Spurs na próxima temporada.