SEGUNDA-FEIRA, 30 DE JULHO DE 2007 13h06
Da Máquina do Esporte São Paulo:
A Confederação Brasileira de Basquete (CBB) pretende investir US$ 1,5 milhão para trazer dois jogos da NBA para o Brasil. O aporte seria feito por patrocinadores, poder público e emissoras de TV. As informações são da agência “Reuters Brasil”. Segundo Gerasime Bozikis, presidente da entidade, as conversas com David Stern, comissário da liga profissional de basquete norte-americano, já foram iniciadas. A idéia é realizar duas partidas da pré-temporada da competição em São Paulo e no Rio de Janeiro, onde seria aproveitada a estrutura montada no Riocentro para os Jogos Pan-Americanos. "[As disputas] seriam entre um time que tenha brasileiro e uma seleção brasileira. É possível acontecer isso no ano que vem, em outubro", afirmou o dirigente, salientando que na capital paulista o jogo seria realizado no Ginásio do Ibirapuera. A quantidade de jogadores do país na NBA também seria um facilitador para o projeto. Grego, como é conhecido o mandatário da NBA, aposta em um jogo contra o Phoenix Suns, de Leandrinho, o Cleveland Cavaliers, de Anderson Varejão, ou o Denver Nuggets, de Nenê. A NBA conta ainda com os brasileiros Rafael Araújo, do Utah Jazz, e Marquinhos, do New Orleans/Oklahoma Hornets. Tiago Splitter foi um dos selecionados no “draft” da liga e deve integrar o elenco do San Antonio Spurs na próxima temporada.
terça-feira, 31 de julho de 2007
segunda-feira, 30 de julho de 2007
BRASIL É TRICAMPEÃO DOS JOGOS PAN-AMERICANOS

Rio de Janeiro – A seleção brasileira adulta masculina de basquete, patrocinada pela Eletrobrás, conquistou o tricampeonato do torneio masculino dos Jogos Pan-Americanos. Na final do Pan Rio 2007, disputada na Arena Multiuso, completamente lotada (15 mil pessoas), o Brasil venceu Porto Rico por 86 a 65 (50 a 34 no primeiro tempo), com 20 pontos do cestinha João Paulo. O principal pontuador porto-riquenho foi o ala Reyes, com 14 pontos. Na disputa da medalha de bronze, o Uruguai derrotou a Argentina por 99 a 93 na prorrogação (81 a 81 no tempo normal).
— Os jogadores do Brasil estão de parabéns pela bela campanha, dedicação e o título. Nós jogamos como equipe e o jogo coletivo foi decisivo para essa conquista inédita. Os atletas entenderam a importância de ganhar o Pan-Americano, que foi uma etapa da nossa preparação em busca da vaga para a Olimpíada de Pequim. O grupo está mais maduro e consciente e está bem claro que a força da equipe está nos jogadores — comentou o técnico Lula Ferreira, bicampeão pan-americano (Santo Domingo/2003 e Rio de Janeiro/2007).
Nas 15 edições do torneio masculino, o Brasil subiu 13 vezes ao pódio e, por cinco vezes, os rapazes asseguraram a medalha de ouro: Cáli, na Colômbia (1971); Indianápolis, nos Estados Unidos (1987); Winnipeg, no Canadá (1999); Santo Domingo, na República Dominicana (2003) e Rio de Janeiro, no Brasil (2007). Foram mais duas medalhas de prata e seis de bronze. O basquete é o esporte coletivo com o maior número de medalhas de ouro (8) na história do Pan-Americano e no total (23).
— Todo grupo treinou muito e a medalha de ouro foi a recompensa pelo nosso esforço e dedicação. Desde o primeiro jogo contra Ilhas Virgens, o time se emprenhou. Fomos adquirindo conjunto, entrosamento e jogamos coletivamente. Na final contra Porto Rico, impomos nosso ritmo de jogo e controlamos a partida logo no primeiro período. Depois foi só administrar a vantagem. Essa vitória é a consagração de um grupo novo. Para mim, a medalha tem um sabor especial porque, além de marcar a minha estréia na seleção adulta, eu sou carioca. Nada é mais emocionante do que conquistar um título em casa — declarou o ala Marquinhos.
— Jogar no nosso país, diante da nossa torcida e familiares, trazia a responsabilidade de ganhar a medalha de ouro. Todos os jogadores e a comissão técnica se empenharam e trabalharam muito para conseguir esse título. A conquista foi merecida e todos estão de parabéns. Essa medalha é de todo o povo brasileiro, que torceu e nos apoiou em todos os jogos — comentou o pivô Murilo, bicampeão pan-americano (Santo Domingo/2003 e Rio de Janeiro/2007).
— Nós sabíamos que Porto Rico ia vir com tudo para ganhar da gente e, por isso, tínhamos que jogar concentrados desde o início. Ditamos o ritmo do jogo e conseguimos abrir vantagem para vencer. Nós temos um grupo muito unido, que trabalhou duro para ganhar esse título. Agradeço a comissão técnica, em especial ao treinador Lula Ferreira, pela confiança em mim. Estou muito feliz pela conquista da medalha de ouro em nosso país — disse o ala Marcus.
BRASIL (32 + 18 + 16 + 20 = 86)
Valtinho (9pts e 8 assistências), Marcelinho (17, 7 rebotes, 5 assistências e 4 recuperações), Marquinhos (14 e 7 rebotes), Murilo (11 e 6 rebotes) e João Paulo (20 e 7 rebotes). Entraram: Nezinho (3), Marcus (8), Marcelo Huertas (4), Caio Torres (0), Guilherme Teichmann (0) e Paulão (0). Técnico: Lula Ferreira.
PORTO RICO (15 + 19 + 16 + 15 = 65)
Barea (11pts), Guzman (2), Carmona (4), Reyes (14) e Ramos (8). Entraram: Jones (12), Bardiel (2), Sanchez (2), Narvaez (4), Colon (2), Lee (2) e Velenzuela (2). Técnico: Manuel Veja.
CAMPANHA DO BRASIL
Brasil 86 x 81 Ilhas Virgens
Brasil 98 x 63 Canadá
Brasil 97 x 94 Porto Rico
Brasil 85 x 73 Uruguai (semifinal)
Brasil 86 x 65 Porto Rico (final)
TABELA
Sábado (dia 28 de julho)
Disputa do 5º ao 8º lugar
Panamá 68 x 67 Canadá e Ilhas Virgens x Estados Unidos
Fase Semifinal
Porto Rico 89 x 80 Argentina e Brasil 85 x 73 Uruguai
Domingo (dia 29 de julho)
Disputa da medalha de bronze – Argentina 93 x 99 Uruguai
Disputa da medalha de ouro – Porto Rico 65 x 86 Brasil
13h30 – Disputa de 5º e 6º lugar – Panamá x Estados Unidos
15h30 – Disputa de 7º e 8º lugar – Canadá x Ilhas Virgens
OBS: Horário de Brasília.
CLASSIFICAÇÃO FINAL
1. Brasil (ouro); 2. Porto Rico (prata); 3. Uruguai (bronze); 4. Argentina
— Os jogadores do Brasil estão de parabéns pela bela campanha, dedicação e o título. Nós jogamos como equipe e o jogo coletivo foi decisivo para essa conquista inédita. Os atletas entenderam a importância de ganhar o Pan-Americano, que foi uma etapa da nossa preparação em busca da vaga para a Olimpíada de Pequim. O grupo está mais maduro e consciente e está bem claro que a força da equipe está nos jogadores — comentou o técnico Lula Ferreira, bicampeão pan-americano (Santo Domingo/2003 e Rio de Janeiro/2007).
Nas 15 edições do torneio masculino, o Brasil subiu 13 vezes ao pódio e, por cinco vezes, os rapazes asseguraram a medalha de ouro: Cáli, na Colômbia (1971); Indianápolis, nos Estados Unidos (1987); Winnipeg, no Canadá (1999); Santo Domingo, na República Dominicana (2003) e Rio de Janeiro, no Brasil (2007). Foram mais duas medalhas de prata e seis de bronze. O basquete é o esporte coletivo com o maior número de medalhas de ouro (8) na história do Pan-Americano e no total (23).
— Todo grupo treinou muito e a medalha de ouro foi a recompensa pelo nosso esforço e dedicação. Desde o primeiro jogo contra Ilhas Virgens, o time se emprenhou. Fomos adquirindo conjunto, entrosamento e jogamos coletivamente. Na final contra Porto Rico, impomos nosso ritmo de jogo e controlamos a partida logo no primeiro período. Depois foi só administrar a vantagem. Essa vitória é a consagração de um grupo novo. Para mim, a medalha tem um sabor especial porque, além de marcar a minha estréia na seleção adulta, eu sou carioca. Nada é mais emocionante do que conquistar um título em casa — declarou o ala Marquinhos.
— Jogar no nosso país, diante da nossa torcida e familiares, trazia a responsabilidade de ganhar a medalha de ouro. Todos os jogadores e a comissão técnica se empenharam e trabalharam muito para conseguir esse título. A conquista foi merecida e todos estão de parabéns. Essa medalha é de todo o povo brasileiro, que torceu e nos apoiou em todos os jogos — comentou o pivô Murilo, bicampeão pan-americano (Santo Domingo/2003 e Rio de Janeiro/2007).
— Nós sabíamos que Porto Rico ia vir com tudo para ganhar da gente e, por isso, tínhamos que jogar concentrados desde o início. Ditamos o ritmo do jogo e conseguimos abrir vantagem para vencer. Nós temos um grupo muito unido, que trabalhou duro para ganhar esse título. Agradeço a comissão técnica, em especial ao treinador Lula Ferreira, pela confiança em mim. Estou muito feliz pela conquista da medalha de ouro em nosso país — disse o ala Marcus.
BRASIL (32 + 18 + 16 + 20 = 86)
Valtinho (9pts e 8 assistências), Marcelinho (17, 7 rebotes, 5 assistências e 4 recuperações), Marquinhos (14 e 7 rebotes), Murilo (11 e 6 rebotes) e João Paulo (20 e 7 rebotes). Entraram: Nezinho (3), Marcus (8), Marcelo Huertas (4), Caio Torres (0), Guilherme Teichmann (0) e Paulão (0). Técnico: Lula Ferreira.
PORTO RICO (15 + 19 + 16 + 15 = 65)
Barea (11pts), Guzman (2), Carmona (4), Reyes (14) e Ramos (8). Entraram: Jones (12), Bardiel (2), Sanchez (2), Narvaez (4), Colon (2), Lee (2) e Velenzuela (2). Técnico: Manuel Veja.
CAMPANHA DO BRASIL
Brasil 86 x 81 Ilhas Virgens
Brasil 98 x 63 Canadá
Brasil 97 x 94 Porto Rico
Brasil 85 x 73 Uruguai (semifinal)
Brasil 86 x 65 Porto Rico (final)
TABELA
Sábado (dia 28 de julho)
Disputa do 5º ao 8º lugar
Panamá 68 x 67 Canadá e Ilhas Virgens x Estados Unidos
Fase Semifinal
Porto Rico 89 x 80 Argentina e Brasil 85 x 73 Uruguai
Domingo (dia 29 de julho)
Disputa da medalha de bronze – Argentina 93 x 99 Uruguai
Disputa da medalha de ouro – Porto Rico 65 x 86 Brasil
13h30 – Disputa de 5º e 6º lugar – Panamá x Estados Unidos
15h30 – Disputa de 7º e 8º lugar – Canadá x Ilhas Virgens
OBS: Horário de Brasília.
CLASSIFICAÇÃO FINAL
1. Brasil (ouro); 2. Porto Rico (prata); 3. Uruguai (bronze); 4. Argentina
quinta-feira, 26 de julho de 2007
Coletivo, Brasil atropela Canadá e avança à semifinal

Giancarlo GiampietroEnviado especial do UOLNo Rio de Janeiro:
O técnico Lula Ferreira afirma que a versão 2007 da seleção brasileira vai, enfim, primar pelo basquete coletivo. Nesta quinta-feira, na vitória por 98 a 63 contra o Canadá, o time deu ao menos uma amostra de que pode caminhar para isso.
CENAS DA VITÓRIA BRASILEIRA
Pivô Murilo (esq.) mais uma vez foi um dos destaques da seleção brasileira em quadra
Canadense Brempong encara a marcação brasileira na partida desta quinta-feira
Todos os 11 jogadores do elenco brasileiro fizeram uma cesta no mínimo. Dentro dessa distribuição ofensiva, o pivô Murilo foi mais uma vez o cestinha, com 24. Além de Murilo, JP Batista (14), Marquinhos (12), Nezinho (11) e Valtinho (10) chegaram aos dois dígitos na pontuação. Marcelinho Machado, com nove pontos, chegou perto. Classificado para a semifinal, o Brasil agora disputa a liderança do grupo, nesta sexta-feira, contra Porto Rico, que também venceu seus dois primeiros jogos. O Canadá já havia perdido na véspera por 82 a 63 e, assim como as Ilhas Virgens, já está eliminado do Pan. O jogoA seleção brasileira reduziu seu número de erros no ataque, conseguiu uma boa movimentação de bola, e a repartição dos pontos pela equipe foi facilitada. O ataque teve uma execução eficiente, mas a defesa brasileira se mostrou vulnerável no primeiro quarto. Depois de abrir oito pontos de vantagem no início de jogo, com 16 a 8, a seleção passou a ter problemas defensivos, principalmente com a linha dos três pontos. De chute em chute de longa distância, os canadenses entraram no jogo e o placar foi de 25 a 23. O Brasil permitiu que o adversário ultrapassasse os 20 pontos pela primeira vez em um quarto - o time havia feito 18 no máximo em uma parcial contra Porto Rico. No segundo quarto, porém, a marcação foi acertada no perímetro, as oportunidades canadenses foram reduzidas, e o time foi obrigado usar seu fraco jogo interno, que não funcionou, e o Brasil foi para o intervalo com 53 a 37.A presença massiva do jovem Caio Torres - 2,11 m e 130 kg - no centro do garrafão, à frente da cesta, foi fundamental nesse ponto, apesar de sua falta de capacidade atlética. O pivô compareceu com agressividade em todas as trocas de marcação, alterou muitos arremessos e foi uma âncora defensiva. O ataque do Canadá continuou desajustado diante da contenção brasileira no terceiro quarto, e a vantagem foi crescendo gradativamente - o terceiro período começou com 75 a 48 -, e Lula pôde mandar à quadra o ala Guilherme Teichmann e o pivô Paulão, que pontuaram logo em seus primeiros arremessos. A dupla não deve ser muito utilizada na fase final. O quarto final acabou funcionando mais como um treino para a seleção, já que os canadenses não esboçaram nenhuma alternativa tática para tentar uma reação.
Publicado por: www.uol.com.br/esportes
BRASIL VENCE ILHAS VIRGENS POR 86 x 81 NO PAN DO RIO

Rio de Janeiro – A seleção brasileira adulta masculina de basquete, patrocinada pela Eletrobrás, venceu as Ilhas Virgens por 86 a 81 (51 a 43 no primeiro tempo), pela primeira rodada dos 15º Jogos Pan-Americanos do Rio de Janeiro, que estão sendo disputados na Arena Multiuso. O cestinha da partida foi Elegar, de Ilhas Virgens, com 21 pontos. Os principais pontuadores da equipe brasileira foram João Paulo e Murilo, ambos com 17 pontos. Na preliminar, também pelo grupo “A”, Porto Rico venceu o Canadá por 82 a 63 (42 a 30).
— O principal ponto positivo do Brasil nessa estréia foi que a equipe jogou com muita coletividade. Mesmo nos raros momentos de desequilíbrio na partida, o grupo manteve o conjunto e isso foi muito importante. Já o nosso rebote defensivo não funcionou tão bem e perdemos 17 bolas. Vamos corrigir essas falhas e melhorar para enfrentar o Canadá — analisou o técnico Lula Ferreira.
— Enfrentamos na estréia um adversário difícil e chato de jogar. Apresentamos bons e maus momentos. Precisamos melhorar essa regularidade para os próximos jogos. Fico feliz de ter ajudado a equipe a conquistar a vitória, independente de ser o cestinha ou o reboteiro — disse o pivô Murilo.
— Estrear na seleção brasileira em um ginásio lotado foi uma benção de Deus para a minha carreira. Não tenho palavras para descrever a grande emoção que sinto nesse momento. Quanto à partida, acho que fomos bem e jogamos com coletividade, o que foi decisivo para a vitória. Fizemos uma boa movimentação no ataque, mas temos que melhorar na defesa, principalmente no rebote — comentou o pivô João Paulo.
O Brasil volta à quadra nesta quinta-feira (15h30 de Brasília) para enfrentar o Canadá. A segunda rodada terá ainda Ilhas Virgens x Porto Rico (13h15), Panamá x Estados Unidos (19h45) e Uruguai x Argentina (22h).
BRASIL (32 + 19 + 16 + 19 = 86)
Valtinho (15pts e 8 assistências), Marcelinho (10), Marquinhos (4), Murilo (17 e 11 rebotes) e João Paulo (17 e 9 rebotes). Entraram: Caio Torres (4), Marcelo Huertas (16), Marcus (0), Nezinho (3) e Paulão (0) . Técnico: Lula Ferreira
ILHAS VIRGENS (21 + 22 + 19 + 19 = 81)
Sheppard (12pts), Edwin (0) , Thomas (2), Victor (12) e Rhymer (7). Entraram: Miller (5), Heywood (6), Elegar (21), Francis (3), Krauser (9) e Hodge (4). Técnico: Tevester Anderson.
Publicado por: http://www.cbb.com.br/
— O principal ponto positivo do Brasil nessa estréia foi que a equipe jogou com muita coletividade. Mesmo nos raros momentos de desequilíbrio na partida, o grupo manteve o conjunto e isso foi muito importante. Já o nosso rebote defensivo não funcionou tão bem e perdemos 17 bolas. Vamos corrigir essas falhas e melhorar para enfrentar o Canadá — analisou o técnico Lula Ferreira.
— Enfrentamos na estréia um adversário difícil e chato de jogar. Apresentamos bons e maus momentos. Precisamos melhorar essa regularidade para os próximos jogos. Fico feliz de ter ajudado a equipe a conquistar a vitória, independente de ser o cestinha ou o reboteiro — disse o pivô Murilo.
— Estrear na seleção brasileira em um ginásio lotado foi uma benção de Deus para a minha carreira. Não tenho palavras para descrever a grande emoção que sinto nesse momento. Quanto à partida, acho que fomos bem e jogamos com coletividade, o que foi decisivo para a vitória. Fizemos uma boa movimentação no ataque, mas temos que melhorar na defesa, principalmente no rebote — comentou o pivô João Paulo.
O Brasil volta à quadra nesta quinta-feira (15h30 de Brasília) para enfrentar o Canadá. A segunda rodada terá ainda Ilhas Virgens x Porto Rico (13h15), Panamá x Estados Unidos (19h45) e Uruguai x Argentina (22h).
BRASIL (32 + 19 + 16 + 19 = 86)
Valtinho (15pts e 8 assistências), Marcelinho (10), Marquinhos (4), Murilo (17 e 11 rebotes) e João Paulo (17 e 9 rebotes). Entraram: Caio Torres (4), Marcelo Huertas (16), Marcus (0), Nezinho (3) e Paulão (0) . Técnico: Lula Ferreira
ILHAS VIRGENS (21 + 22 + 19 + 19 = 81)
Sheppard (12pts), Edwin (0) , Thomas (2), Victor (12) e Rhymer (7). Entraram: Miller (5), Heywood (6), Elegar (21), Francis (3), Krauser (9) e Hodge (4). Técnico: Tevester Anderson.
Publicado por: http://www.cbb.com.br/
terça-feira, 24 de julho de 2007
BRASIL ESTRÉIA CONTRA ILHAS VIRGENS NO PAN DO RIO 2007
Rio de Janeiro – A seleção brasileira adulta masculina de basquete, patrocinada pela Eletrobrás, estréia contra as Ilhas Virgens nesta quarta-feira (15h30 de Brasília), nos 15º Jogos Pan-Americanos do Rio de Janeiro. Na quinta-feira, o Brasil enfrenta o Canadá e na sexta-feira é a vez de Porto Rico, ambos os jogos às 15h30. Nas 14 edições anteriores, os brasileiros subiram 12 vezes ao pódio e, por quatro vezes, os rapazes asseguraram a medalha de ouro: Cáli, na Colômbia (1971); Indianápolis, nos Estados Unidos (1987); Winnipeg, no Canadá (1999) e Santo Domingo, na República Dominicana (2003). Foram mais duas medalhas de prata e seis de bronze. Brasil e Ilhas Virgens se enfrentaram três vezes na história do Pan, com duas vitórias brasileiras.
Dos 11 jogadores que estão relacionados pelo técnico Lula Ferreira, oito participarão do Pan pela primeira vez: os armadores Nezinho e Marcelo Huertas; os alas Marquinhos, Guilherme Teichmann e Marcus; e os pivôs Caio Torres, João Paulo e Paulão. Dois disputam os Jogos pela segunda vez (Valtinho e Murilo), enquanto o ala/armador Marcelinho, de 32 anos, terá a chance de se tornar o primeiro jogador de basquete a conquistar o tricampeonato.
— É maravilhoso jogar o Pan em uma Arena tão espetacular, que fica a 20 minutos da minha casa. Quando fizemos o primeiro treino na quadra principal, ficamos absolutamente encantados e ainda mais animados para começar. Quanto à estréia, é sempre uma partida mais nervosa. Ilhas Virgens tem um estilo de jogo americano, com muita velocidade e temos que estar atentos. Pessoalmente, é uma honra disputar a minha terceira medalha de ouro. Mas o meu maior orgulho é participar de três edições do Pan em três grupos diferentes, mostrando a minha evolução como jogador — comentou o ala/armador Marcelinho Machado, bicampeão pan-americano (Winnipeg/1999 e Santo Domingo/2003) e que marcou 1.308 pontos em 83 jogos oficiais pela seleção brasileira.
O técnico Lula Ferreira, medalha de ouro em Santo Domingo (2003), disputa seu segundo Pan no comando da seleção brasileira, faz uma análise dos adversários da primeira fase.
— Estreamos contra Ilhas Virgens, um adversário que tem muito menos tradição que o Brasil, mas conta com uma formação individual boa. Temos que encarar essa primeira partida com muita seriedade, fazendo valer a força do basquete brasileiro. Depois enfrentamos o Canadá, uma equipe bem organizada taticamente, mas que muda muito a cada competição. Vencendo os dois primeiros jogos consolidamos nossa classificação para as semifinais. Encerramos a primeira fase contra o renovado time de Porto Rico, que vem de técnico novo. É uma seleção que impõe respeito e chega ao Rio com um elenco mais jovem, misturado com alguns atletas mais experientes — analisou o técnico Lula Ferreira que, em 72 jogos oficiais, soma 49 vitórias.
Um dos destaques do Brasil é o pivô Murilo, de 23 anos, que estreou na equipe principal no Pan de Santo Domingo (2003) quando conquistou a medalha de ouro.
— A expectativa é a melhor possível para disputar esse Pan no Rio, contando com o apoio da torcida, dos nossos familiares e amigos. Vamos lutar muito para compensar o carinho de todos com mais uma medalha de ouro para o Brasil. Independente do adversário, temos que entrar em quadra com determinação e impor o nosso ritmo desde o início, tirando toda vantagem possível de jogar em casa — disse o pivô Murilo, medalha de ouro no Pan-Americano de Santo Domingo, em 2003.
Da edição dos Jogos de Buenos Aires (Argentina/1951) até Santo Domingo (República Dominicana/2003), a seleção masculina disputou 94 partidas, com 69 vitórias e 25 derrotas. O jogador recordista em participações, com cinco Pan-Americanos na carreira, é Marcel de Souza (1975 / 1979 / 1983 / 1987 / 1991). Os técnicos com o maior número de Pans (3) são: Ary Vidal (1979 / 1987 / 1995), Edson Bispo dos Santos (1967 / 1971 / 1975) e Togo Renan Soares, o Kanela (1951 / 1959 / 1963).
ALEX FORA DO PAN – O ala Alex Garcia sofreu uma contusão na mão esquerda segunda-feira à noite durante o jogo treino contra os Estados Unidos, no ginásio da Gávea, e está fora dos Pan Rio 2007. Segundo o médico da CBB, Dr. Carlos Vicente Andreoli, o jogador precisará de três a quatro semanas para tratamento e recuperação.
BRASIL
4. Marcelinho; 5. Nezinho; 6. Murilo; 7. Marcus; 8. Marcelo Huertas; 9. Valtinho; 11. Guilherme Teichmann; 12. Caio Torres; 13. João Paulo; 14. Marquinhos; 15. Paulão. Técnico: Lula Ferreira.
ILHAS VIRGENS
4. Bell; 5. Edwin; 6. Elegar; 7. Francis; 8. Hodge; 9. Krauser; 10. Miller; 11. Rhymer; 12. Richards; 13. Sheppard; 14. Thomas III; 15. Victor.
OS CONFRONTOS
1975 – Brasil 129 x 80 Ilhas Virgens (Cidade do México / México)
1979 – 92 x 98 Ilhas Virgens (San Juan / Porto Rico)
1987 – 103 x 98 Ilhas Virgens (Indianápolis / Estados Unidos)
TABELA
Grupo “A”: Brasil, Canadá, Ilhas Virgens e Porto Rico
Grupo “B”: Argentina, Estados Unidos, Panamá e Uruguai
1ª Rodada – Quarta-feira (dia 25 de julho)
Porto Rico x Canadá (13h15), Brasil x Canadá (15h30), Panamá x Argentina (19h45) e Estados Unidos x Uruguai (22h)
2ª Rodada – Quinta-feira (dia 26 de julho)
Ilhas Virgens x Porto Rico (13h15), Canadá x Brasil (15h30), Panamá x Estados Unidos (19h45) e Uruguai x Argentina (22h)
3ª Rodada – Sexta-feira (dia 27 de julho)
Ilhas Virgens x Canadá (13h15), Brasil x Porto Rico (15h30), Argentina x Estados Unidos (19h45) e Uruguai x Panamá (22h)
Sábado (dia 28 de julho)
Disputa do 5º ao 8º lugar
B3 x A4 (8h) e A3 x B4 (17h15)
Fase Semifinal
B1 x A2 (10h15) e A1 x B2 (15h00)
Domingo (dia 29 de julho)
08h45 – Disputa da medalha de bronze
11h00 – Disputa da medalha de ouro
13h30 – Disputa de 5º e 6º lugar
15h30 – Disputa de 7º e 8º lugar
OBS: Horário de Brasília.
Publicado por: www.cbb.com.br
Dos 11 jogadores que estão relacionados pelo técnico Lula Ferreira, oito participarão do Pan pela primeira vez: os armadores Nezinho e Marcelo Huertas; os alas Marquinhos, Guilherme Teichmann e Marcus; e os pivôs Caio Torres, João Paulo e Paulão. Dois disputam os Jogos pela segunda vez (Valtinho e Murilo), enquanto o ala/armador Marcelinho, de 32 anos, terá a chance de se tornar o primeiro jogador de basquete a conquistar o tricampeonato.
— É maravilhoso jogar o Pan em uma Arena tão espetacular, que fica a 20 minutos da minha casa. Quando fizemos o primeiro treino na quadra principal, ficamos absolutamente encantados e ainda mais animados para começar. Quanto à estréia, é sempre uma partida mais nervosa. Ilhas Virgens tem um estilo de jogo americano, com muita velocidade e temos que estar atentos. Pessoalmente, é uma honra disputar a minha terceira medalha de ouro. Mas o meu maior orgulho é participar de três edições do Pan em três grupos diferentes, mostrando a minha evolução como jogador — comentou o ala/armador Marcelinho Machado, bicampeão pan-americano (Winnipeg/1999 e Santo Domingo/2003) e que marcou 1.308 pontos em 83 jogos oficiais pela seleção brasileira.
O técnico Lula Ferreira, medalha de ouro em Santo Domingo (2003), disputa seu segundo Pan no comando da seleção brasileira, faz uma análise dos adversários da primeira fase.
— Estreamos contra Ilhas Virgens, um adversário que tem muito menos tradição que o Brasil, mas conta com uma formação individual boa. Temos que encarar essa primeira partida com muita seriedade, fazendo valer a força do basquete brasileiro. Depois enfrentamos o Canadá, uma equipe bem organizada taticamente, mas que muda muito a cada competição. Vencendo os dois primeiros jogos consolidamos nossa classificação para as semifinais. Encerramos a primeira fase contra o renovado time de Porto Rico, que vem de técnico novo. É uma seleção que impõe respeito e chega ao Rio com um elenco mais jovem, misturado com alguns atletas mais experientes — analisou o técnico Lula Ferreira que, em 72 jogos oficiais, soma 49 vitórias.
Um dos destaques do Brasil é o pivô Murilo, de 23 anos, que estreou na equipe principal no Pan de Santo Domingo (2003) quando conquistou a medalha de ouro.
— A expectativa é a melhor possível para disputar esse Pan no Rio, contando com o apoio da torcida, dos nossos familiares e amigos. Vamos lutar muito para compensar o carinho de todos com mais uma medalha de ouro para o Brasil. Independente do adversário, temos que entrar em quadra com determinação e impor o nosso ritmo desde o início, tirando toda vantagem possível de jogar em casa — disse o pivô Murilo, medalha de ouro no Pan-Americano de Santo Domingo, em 2003.
Da edição dos Jogos de Buenos Aires (Argentina/1951) até Santo Domingo (República Dominicana/2003), a seleção masculina disputou 94 partidas, com 69 vitórias e 25 derrotas. O jogador recordista em participações, com cinco Pan-Americanos na carreira, é Marcel de Souza (1975 / 1979 / 1983 / 1987 / 1991). Os técnicos com o maior número de Pans (3) são: Ary Vidal (1979 / 1987 / 1995), Edson Bispo dos Santos (1967 / 1971 / 1975) e Togo Renan Soares, o Kanela (1951 / 1959 / 1963).
ALEX FORA DO PAN – O ala Alex Garcia sofreu uma contusão na mão esquerda segunda-feira à noite durante o jogo treino contra os Estados Unidos, no ginásio da Gávea, e está fora dos Pan Rio 2007. Segundo o médico da CBB, Dr. Carlos Vicente Andreoli, o jogador precisará de três a quatro semanas para tratamento e recuperação.
BRASIL
4. Marcelinho; 5. Nezinho; 6. Murilo; 7. Marcus; 8. Marcelo Huertas; 9. Valtinho; 11. Guilherme Teichmann; 12. Caio Torres; 13. João Paulo; 14. Marquinhos; 15. Paulão. Técnico: Lula Ferreira.
ILHAS VIRGENS
4. Bell; 5. Edwin; 6. Elegar; 7. Francis; 8. Hodge; 9. Krauser; 10. Miller; 11. Rhymer; 12. Richards; 13. Sheppard; 14. Thomas III; 15. Victor.
OS CONFRONTOS
1975 – Brasil 129 x 80 Ilhas Virgens (Cidade do México / México)
1979 – 92 x 98 Ilhas Virgens (San Juan / Porto Rico)
1987 – 103 x 98 Ilhas Virgens (Indianápolis / Estados Unidos)
TABELA
Grupo “A”: Brasil, Canadá, Ilhas Virgens e Porto Rico
Grupo “B”: Argentina, Estados Unidos, Panamá e Uruguai
1ª Rodada – Quarta-feira (dia 25 de julho)
Porto Rico x Canadá (13h15), Brasil x Canadá (15h30), Panamá x Argentina (19h45) e Estados Unidos x Uruguai (22h)
2ª Rodada – Quinta-feira (dia 26 de julho)
Ilhas Virgens x Porto Rico (13h15), Canadá x Brasil (15h30), Panamá x Estados Unidos (19h45) e Uruguai x Argentina (22h)
3ª Rodada – Sexta-feira (dia 27 de julho)
Ilhas Virgens x Canadá (13h15), Brasil x Porto Rico (15h30), Argentina x Estados Unidos (19h45) e Uruguai x Panamá (22h)
Sábado (dia 28 de julho)
Disputa do 5º ao 8º lugar
B3 x A4 (8h) e A3 x B4 (17h15)
Fase Semifinal
B1 x A2 (10h15) e A1 x B2 (15h00)
Domingo (dia 29 de julho)
08h45 – Disputa da medalha de bronze
11h00 – Disputa da medalha de ouro
13h30 – Disputa de 5º e 6º lugar
15h30 – Disputa de 7º e 8º lugar
OBS: Horário de Brasília.
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CONTUSÃO TIRA ALA ALEX DO PAN RIO 2007

Rio de Janeiro — O ala Alex Garcia sofreu uma contusão na mão esquerda segunda-feira à noite durante o jogo treino contra os Estados Unidos, no ginásio da Gávea, e está fora dos 15º Jogos Pan-Americanos do Rio de Janeiro. Segundo o médico da CBB, Dr. Carlos Vicente Andreoli, o jogador precisará de três a quatro semanas para tratamento e recuperação.
— O atleta Alex Garcia sofreu uma fratura do quarto metacarpo esquerdo e será submetido à cirurgia nesta terça-feira à noite, no Hospital Barra D'or, no Rio de Janeiro. Alex ficará em tratamento de três a quatro semanas para recuperação e retorno ao esporte — explicou o Dr. Carlos Vicente Andreoli.
— Sentimos muito a contusão do Alex, que é um jogador titular importante. Agora, o time tem que superar essa perda e se dedicar ainda mais em quadra, para suprir taticamente a falta do Alex, dividindo entre si as tarefas nas partidas — disse o técnico Lula Ferreira.
— O atleta Alex Garcia sofreu uma fratura do quarto metacarpo esquerdo e será submetido à cirurgia nesta terça-feira à noite, no Hospital Barra D'or, no Rio de Janeiro. Alex ficará em tratamento de três a quatro semanas para recuperação e retorno ao esporte — explicou o Dr. Carlos Vicente Andreoli.
— Sentimos muito a contusão do Alex, que é um jogador titular importante. Agora, o time tem que superar essa perda e se dedicar ainda mais em quadra, para suprir taticamente a falta do Alex, dividindo entre si as tarefas nas partidas — disse o técnico Lula Ferreira.
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BRASIL FICA COM A MEDALHA DE PRATA NO PAN RIO 2007
Rio de Janeiro – A seleção brasileira adulta feminina de basquete, patrocinada pela Eletrobrás, ficou com a medalha de prata nos 15º Jogos Pan-Americanos do Rio de Janeiro, que estão sendo realizados na Arena Multiuso. Na partida final, o Brasil foi superado pelos Estados Unidos por 79 a 66 (33 a 34 no primeiro tempo). As cestinhas da partida foram a americana Ajavon e a brasileira Micaela, com 27 e 21 pontos, respectivamente. Na disputa da medalha de bronze, Cuba derrotou o Canadá por 62 a 49.
— Perdemos a medalha de ouro no último período, da mesma forma como aconteceu na semifinal do Mundial, contra a Austrália. A equipe veio num crescente e estávamos todas focadas na conquista da medalha de ouro. Tenho certeza de que cada uma de nós fez o seu melhor. Agora é levantar a cabeça porque temos o Pré-Olímpico pela frente em setembro — disse a ala Micaela.
O jogo marcou a despedida do técnico Antonio Carlos Barbosa e da ala Janeth Arcain.
— Claro que fico triste por não conquistar a medalha de ouro, mas saio muito orgulhosa dessa geração, que trará muitas alegrias ao basquete feminino do Brasil. Também me sinto extremamente privilegiada por ter feito minha despedida em uma Arena tão espetacular. As americanas fizeram o jogo da vida delas, no dia em que deu tudo certo. A nossa equipe evoluiu bastante durante a competição e deve ficar muito feliz com a medalha de prata, que é uma grande conquista. Agora que encerro minha carreira, gostaria de ser lembrada como uma atleta dedicada, simples, que sempre fez o que mais gostou na vida, que é jogar basquete. Fico honrada em fazer parte de uma geração vencedora do esporte brasileiro, desde o tempo em que jogava com a Paula e Hortência, num grupo que ajudou o basquete a conquistar o respeito internacional e se manter entre as quatro melhores equipes do mundo. Agradeço ao povo brasileiro que sempre me apoiou e incentivou — comentou a ala Janeth, que dá adeus às quadras após 21 anos de conquistas, marcando 2.908 pontos em 170 partidas oficiais pelas seleções brasileiras juvenil e adulta.
— Individualmente, a equipe americana fez uma partida perfeita, principalmente no último período, quando marcaram 30 pontos. Inclusive fizeram duas cestas de três pontos com o cronômetro zerado. Com relação ao Brasil, fizemos o nosso jogo nos três primeiros períodos. No último quarto, o time delas conseguiu superar a nossa defesa. De qualquer forma, quero parabenizar as jogadoras e a Comissão Técnica pelo empenho e dedicação. O objetivo era a medalha de ouro, mas como costumo dizer, foi o que tinha que ser. Consegui manter o Brasil entre os quatro melhores do mundo, o que para nossa realidade é um feito. Encerro minha carreira como técnico e começo um novo desafio como supervisor das categorias de base — analisou o técnico Antonio Carlos Barbosa, que se despede da seleção, acumulando 176 vitórias em 225 jogos oficiais em 21 anos de carreira como técnico das seleções cadete, juvenil e adulta.
No pódio, as jogadoras da seleção vestiram camisetas com uma foto e a frase ‘Janeth é’ complementada por uma palavra para cada atleta: determinação, sucesso, coragem, exemplo, superação, seriedade, garra, vitória. A ala também recebeu uma blusa na qual o complemento era: insubstituível.
Após a cerimônia de premiação, o presidente da CBB, Gerasime Grego Bozikis, e o vice-presidente Roberto Beck, entregaram uma placa para Janeth e Barbosa com os seguintes dizeres: “Janeth Arcain dos Santos: homenagem da Confederação Brasileira de Basquete à atleta que dedicou sua vida ao basquete e conquistou valiosos títulos para o Brasil”.
Foi a décima medalha conquistada pelas brasileiras nas treze edições do torneio feminino dos Jogos Pan-Americanos. A seleção venceu em Winnipeg, no Canadá (1967); em Cáli, na Colômbia (1971); e em Havana, Cuba (1991). As meninas foram quatro vezes medalha de prata e três de bronze. No Pan de Santo Domingo (2003), O Brasil ficou com a medalha de bronze.
BRASIL (19 + 15 + 19 + 13 = 66)
Adrianinha (19pts), Micaela (21), Janeth (14), Ega (0) e Kelly (6). Entraram: Karen (0), Mamá (0), Tatiana (4) e Graziane (2). Técnico: Antonio Carlos Barbosa.
ESTADOS UNIDOS (18 + 15 + 16 + 30 = 79)
Ajavon (27pts), Wiggins (4), Hornbuckle (8), Anosike (10) e Humhrey (8). Entraram: Fox (0), Appel (0), Larkins (4), Coleman (1) e McCoughtry (17). Técnica: Dawn Staley.
CAMPANHA DO BRASIL
Dia 20 – Brasil 81 x 69 Jamaica
Dia 21 – Brasil 88 x 44 México
Dia 22 – Brasil 77 x 63 Canadá
Dia 23 – Brasil 79 x 70 Cuba (semifinal)
Dia 24 – Brasil 66 x 79 Estados Unidos (final)
Segunda-feira (dia 23 de julho)
Disputa de 5º ao 8º lugar
Jamaica 61 x 73 Argentina
22h00 – Colômbia x México
Fase Semifinal
Brasil 79 x 60 Cuba e Estados Unidos 75 x 59 Canadá
Terça-feira (dia 24 de julho)
Disputa da medalha de bronze – Cuba 62 x 49 Canadá
Disputa da medalha de ouro – Brasil 66 x 79 Estados Unidos
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— Perdemos a medalha de ouro no último período, da mesma forma como aconteceu na semifinal do Mundial, contra a Austrália. A equipe veio num crescente e estávamos todas focadas na conquista da medalha de ouro. Tenho certeza de que cada uma de nós fez o seu melhor. Agora é levantar a cabeça porque temos o Pré-Olímpico pela frente em setembro — disse a ala Micaela.
O jogo marcou a despedida do técnico Antonio Carlos Barbosa e da ala Janeth Arcain.
— Claro que fico triste por não conquistar a medalha de ouro, mas saio muito orgulhosa dessa geração, que trará muitas alegrias ao basquete feminino do Brasil. Também me sinto extremamente privilegiada por ter feito minha despedida em uma Arena tão espetacular. As americanas fizeram o jogo da vida delas, no dia em que deu tudo certo. A nossa equipe evoluiu bastante durante a competição e deve ficar muito feliz com a medalha de prata, que é uma grande conquista. Agora que encerro minha carreira, gostaria de ser lembrada como uma atleta dedicada, simples, que sempre fez o que mais gostou na vida, que é jogar basquete. Fico honrada em fazer parte de uma geração vencedora do esporte brasileiro, desde o tempo em que jogava com a Paula e Hortência, num grupo que ajudou o basquete a conquistar o respeito internacional e se manter entre as quatro melhores equipes do mundo. Agradeço ao povo brasileiro que sempre me apoiou e incentivou — comentou a ala Janeth, que dá adeus às quadras após 21 anos de conquistas, marcando 2.908 pontos em 170 partidas oficiais pelas seleções brasileiras juvenil e adulta.
— Individualmente, a equipe americana fez uma partida perfeita, principalmente no último período, quando marcaram 30 pontos. Inclusive fizeram duas cestas de três pontos com o cronômetro zerado. Com relação ao Brasil, fizemos o nosso jogo nos três primeiros períodos. No último quarto, o time delas conseguiu superar a nossa defesa. De qualquer forma, quero parabenizar as jogadoras e a Comissão Técnica pelo empenho e dedicação. O objetivo era a medalha de ouro, mas como costumo dizer, foi o que tinha que ser. Consegui manter o Brasil entre os quatro melhores do mundo, o que para nossa realidade é um feito. Encerro minha carreira como técnico e começo um novo desafio como supervisor das categorias de base — analisou o técnico Antonio Carlos Barbosa, que se despede da seleção, acumulando 176 vitórias em 225 jogos oficiais em 21 anos de carreira como técnico das seleções cadete, juvenil e adulta.
No pódio, as jogadoras da seleção vestiram camisetas com uma foto e a frase ‘Janeth é’ complementada por uma palavra para cada atleta: determinação, sucesso, coragem, exemplo, superação, seriedade, garra, vitória. A ala também recebeu uma blusa na qual o complemento era: insubstituível.
Após a cerimônia de premiação, o presidente da CBB, Gerasime Grego Bozikis, e o vice-presidente Roberto Beck, entregaram uma placa para Janeth e Barbosa com os seguintes dizeres: “Janeth Arcain dos Santos: homenagem da Confederação Brasileira de Basquete à atleta que dedicou sua vida ao basquete e conquistou valiosos títulos para o Brasil”.
Foi a décima medalha conquistada pelas brasileiras nas treze edições do torneio feminino dos Jogos Pan-Americanos. A seleção venceu em Winnipeg, no Canadá (1967); em Cáli, na Colômbia (1971); e em Havana, Cuba (1991). As meninas foram quatro vezes medalha de prata e três de bronze. No Pan de Santo Domingo (2003), O Brasil ficou com a medalha de bronze.
BRASIL (19 + 15 + 19 + 13 = 66)
Adrianinha (19pts), Micaela (21), Janeth (14), Ega (0) e Kelly (6). Entraram: Karen (0), Mamá (0), Tatiana (4) e Graziane (2). Técnico: Antonio Carlos Barbosa.
ESTADOS UNIDOS (18 + 15 + 16 + 30 = 79)
Ajavon (27pts), Wiggins (4), Hornbuckle (8), Anosike (10) e Humhrey (8). Entraram: Fox (0), Appel (0), Larkins (4), Coleman (1) e McCoughtry (17). Técnica: Dawn Staley.
CAMPANHA DO BRASIL
Dia 20 – Brasil 81 x 69 Jamaica
Dia 21 – Brasil 88 x 44 México
Dia 22 – Brasil 77 x 63 Canadá
Dia 23 – Brasil 79 x 70 Cuba (semifinal)
Dia 24 – Brasil 66 x 79 Estados Unidos (final)
Segunda-feira (dia 23 de julho)
Disputa de 5º ao 8º lugar
Jamaica 61 x 73 Argentina
22h00 – Colômbia x México
Fase Semifinal
Brasil 79 x 60 Cuba e Estados Unidos 75 x 59 Canadá
Terça-feira (dia 24 de julho)
Disputa da medalha de bronze – Cuba 62 x 49 Canadá
Disputa da medalha de ouro – Brasil 66 x 79 Estados Unidos
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