Giancarlo GiampietroEnviado especial do UOLNo Rio de Janeiro:
O Pan funciona como uma realidade alternativa no basquete brasileiro. Quando se trata dessa competição, a seleção masculina é elevada à condição de potência, enquanto a feminina fica para trás.
Apesar dos triunfos seguidos no Pan, o time masculino não vai a duas Olimpíadas já
BRASIL É TRICAMPEÃO
BRASILEIRAS PERDEM PARA EUA. As garotas brasileiras jogaram as duas últimas Olimpíadas - foram medalha de bronze em Sydney-2000 e quartas colocadas em Atenas-2004, enquanto os homens ficaram fora. Nos últimos dois Mundiais, as garotas ficaram em sétimo e quarto, enquanto os homens ocuparam os 8º e 17º lugares. No Rio de Janeiro, porém, foi confirmada a tendência de a competição colocar os homens degraus acima. Na despedida de Janeth e do técnico Antonio Carlos Barbosa, a seleção conquistou a medalha de prata, superada pelos Estados Unidos. O Brasil, que é uma das maiores forças do continente, não conquista um ouro nessa categoria desde Havana-1991. Já o time de Lula Ferreira conquistou o inédito tricampeonato do torneio ao atropelar o Porto Rico na decisão na Arena Multiuso - talvez a maior atração da modalidade no Rio, com a modernidade e infra-estrutura necessárias para se receber algum time da NBA. Quem esteve presente nas três conquistas foi o ala-armador Marcelinho Machado, único jogador de basquete a conseguir o feito na história do Pan. O torneio masculino, por um lado, não contou com a força máxima de seus participantes. Um dos poucos times nessas condições, o Uruguai, acabou com um pódio inédito, levando o bronze. Os Estados Unidos enviaram uma inexperiente seleção universitária. A Argentina, campeã olímpica, foi representada por uma formação "C". Enquanto Porto Rico e Canadá usaram o torneio para avaliar peças complementares para o Pré-Olímpico de Las Vegas. Mas essa também era a condição brasileira, com apenas dois jogadores possivelmente titulares - Valtinho e Machado. Do outro, a seleção feminina também não enfrentou rivais 100% respaldados. Nem mesmo as medalhistas de ouro - as norte-americanas presentes no Rio eram universitárias. A Argentina, surpresa do último Mundial, ficou sem quatro titulares. Todavia, a prioridade na temporada de ambas as equipes do país é a classificação à Olímpiada na Copa América. Neste ano, o time masculino pode dar fim ao jejum de participação nos Jogos, como um dos favoritos à conquista de uma das duas vagas em jogo. O feminino enfrenta um cenário um pouco mais complicado, já que há apenas uma vaga disponível, e os Estados Unidos ainda não estão assegurados em Pequim-2008. E dessa vez colocará em quadra suas estrelas da WNBA.
Publicação de: www.uol.com.br/esporte
terça-feira, 31 de julho de 2007
"Importantíssimo", Marquinhos não sabe se joga em Las Vegas
Giancarlo GiampietroEnviado especial do UOLNo Rio de Janeiro:
O ala Marquinhos ganhou a confiança do técnico Lula Ferreira com seu rendimento na campanha de ouro no Pan-Americano e deve ter assegurado uma vaga entre os 12 selecionáveis para o Pré-Olímpico de Las Vegas, em agosto. Mas ele ainda não sabe exatamente se estará à disposição. "Tudo vai depender a discussão que eu tiver essa semana com minha equipe", disse o jogador do New Orleans Hornets. "Tive uma lesão [na canela esquerda] no torneio de verão, então talvez eles queiram me examinar."As equipes da NBA são obrigadas a liberar seus atletas às seleções nacionais para torneios da Fiba - e o Pré-Olímpico se enquadra nesse caso. A confederação brasileira apenas precisa pagar um seguro para cada jogador para que o time dê sinal verde. O de Marquinhos já foi pago, mas os Hornets podem, nos bastidores, induzir o atleta a recusar a convocação, como o San Antonio Spurs fez com Manu Ginóbili este ano. Ao ala disputou no Rio de Janeiro sua primeira competição com a seleção adulta. Terminou o campeonato com médias de 13,8 pontos, 5,4 rebotes, 2,0 assistências e 1,2 roubo de bola. Apesar dos números que comprovam sua versatilidade em quadra, Marquinhos disse que não pôde mostrar seu melhor basquete. "Ainda fiquei devendo e não mostrei me jogo, que é de ir para cesta mais vezes. Tive de me encaixar na seleção, segurar um pouco mais a bola e trabalhá-la. Mas para a seleção isso foi ótimo", disse. O técnico Lula Ferreira, no entanto, foi só elogios para o jogador. "O Marquinhos, mesmo sem estar nas melhores condições físicas, exibiu suas características que o tornam um jogador importantíssimo. Ele é decidido, personalizado e eclético no seu estilo e nos dá muitas variações táticas.""O título tem uma importância muito grande para mim, já que foi meu primeiro torneio internacional pela seleção e por ser em cada", afirmou o ala carioca. "Infelizmente tive de deixar o grupo no meio da preparação [para jogar uma liga de verão nos Estados Unidos], mas consegui contribuir de alguma forma. O time treinou muito forte."
Publicação de: www.uol.com.br/esportes
O ala Marquinhos ganhou a confiança do técnico Lula Ferreira com seu rendimento na campanha de ouro no Pan-Americano e deve ter assegurado uma vaga entre os 12 selecionáveis para o Pré-Olímpico de Las Vegas, em agosto. Mas ele ainda não sabe exatamente se estará à disposição. "Tudo vai depender a discussão que eu tiver essa semana com minha equipe", disse o jogador do New Orleans Hornets. "Tive uma lesão [na canela esquerda] no torneio de verão, então talvez eles queiram me examinar."As equipes da NBA são obrigadas a liberar seus atletas às seleções nacionais para torneios da Fiba - e o Pré-Olímpico se enquadra nesse caso. A confederação brasileira apenas precisa pagar um seguro para cada jogador para que o time dê sinal verde. O de Marquinhos já foi pago, mas os Hornets podem, nos bastidores, induzir o atleta a recusar a convocação, como o San Antonio Spurs fez com Manu Ginóbili este ano. Ao ala disputou no Rio de Janeiro sua primeira competição com a seleção adulta. Terminou o campeonato com médias de 13,8 pontos, 5,4 rebotes, 2,0 assistências e 1,2 roubo de bola. Apesar dos números que comprovam sua versatilidade em quadra, Marquinhos disse que não pôde mostrar seu melhor basquete. "Ainda fiquei devendo e não mostrei me jogo, que é de ir para cesta mais vezes. Tive de me encaixar na seleção, segurar um pouco mais a bola e trabalhá-la. Mas para a seleção isso foi ótimo", disse. O técnico Lula Ferreira, no entanto, foi só elogios para o jogador. "O Marquinhos, mesmo sem estar nas melhores condições físicas, exibiu suas características que o tornam um jogador importantíssimo. Ele é decidido, personalizado e eclético no seu estilo e nos dá muitas variações táticas.""O título tem uma importância muito grande para mim, já que foi meu primeiro torneio internacional pela seleção e por ser em cada", afirmou o ala carioca. "Infelizmente tive de deixar o grupo no meio da preparação [para jogar uma liga de verão nos Estados Unidos], mas consegui contribuir de alguma forma. O time treinou muito forte."
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Mídia dos EUA diz que Garnett está perto de acerto com o Boston
Da RedaçãoEm São Paulo:
O ala Kevin Garnett está perto de uma transferência do Minnesota Timberwolves para o Boston Celtics. A informação foi dada nesta segunda-feira por alguns meios de comunicação dos Estados Unidos.De acordo com o "Boston Herald", o acordo está "essencialmente fechado". Para ter o jogador, um dos mais talentosos da liga, o Boston cederia Al Jefferson, Ryan Gomes, Gerald Green, Sebastian Telfair, Theo Ratliff e sua primeira escolha na próxima edição do "draft".Já o "Boston Globe" confirma que as negociações estão em andamento, mas coloca em dúvida se o acordo já estaria tão adiantado. O jornal não inclui a ida de Al Jeferson para os Wolves, mas indica que, além de uma, o time de Minnesota teria duas escolhas do "draft" do Boston.Uma discussão que emperra o negócio é o lado financeiro. Ele tem ainda mais dois anos de contrato e US$ 45 milhões para receber dos Wolves. Uma transferência causaria um aumento de 15% no valor, ou seja, um acréscimo de US$ 6,75 milhões no salário a ser pago ao jogador.Já de acordo com a "Sports Illustrated", Jefferson, Ratliff e Green seriam os escolhidos para irem ao time de Minnesota em troca de Garnett.A idéia do Boston é formar um "power trio" (trio de força) capaz de recolocar o time entre as principais forças da liga na próxima temporada. Os Celtics teriam como base Paul Pierce, Ray Allen e Garnett (três estrelas da NBA), além de Rondo e Kendrick Perkins. Se, além do jogador dos Wolves, os Celtics fecharem com um armador e um outro ala-pivô, teriam uma equipe capaz de voltar às finais da liga, o que não acontece desde as cinco aparições da "era Larry Bird", entre 1981 e 1987.
Publicação de: www.uol.com.br/esportes
O ala Kevin Garnett está perto de uma transferência do Minnesota Timberwolves para o Boston Celtics. A informação foi dada nesta segunda-feira por alguns meios de comunicação dos Estados Unidos.De acordo com o "Boston Herald", o acordo está "essencialmente fechado". Para ter o jogador, um dos mais talentosos da liga, o Boston cederia Al Jefferson, Ryan Gomes, Gerald Green, Sebastian Telfair, Theo Ratliff e sua primeira escolha na próxima edição do "draft".Já o "Boston Globe" confirma que as negociações estão em andamento, mas coloca em dúvida se o acordo já estaria tão adiantado. O jornal não inclui a ida de Al Jeferson para os Wolves, mas indica que, além de uma, o time de Minnesota teria duas escolhas do "draft" do Boston.Uma discussão que emperra o negócio é o lado financeiro. Ele tem ainda mais dois anos de contrato e US$ 45 milhões para receber dos Wolves. Uma transferência causaria um aumento de 15% no valor, ou seja, um acréscimo de US$ 6,75 milhões no salário a ser pago ao jogador.Já de acordo com a "Sports Illustrated", Jefferson, Ratliff e Green seriam os escolhidos para irem ao time de Minnesota em troca de Garnett.A idéia do Boston é formar um "power trio" (trio de força) capaz de recolocar o time entre as principais forças da liga na próxima temporada. Os Celtics teriam como base Paul Pierce, Ray Allen e Garnett (três estrelas da NBA), além de Rondo e Kendrick Perkins. Se, além do jogador dos Wolves, os Celtics fecharem com um armador e um outro ala-pivô, teriam uma equipe capaz de voltar às finais da liga, o que não acontece desde as cinco aparições da "era Larry Bird", entre 1981 e 1987.
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Seleção brasileira inicia preparação para Pré-Olímpico na sexta
Da RedaçãoEm São Paulo:
Após conquistar o tricampeonato pan-americano, a seleção brasileira masculina inicia nesta sexta-feira a preparação para o Pré-Olímpico, que será disputado em Las Vegas entre os dias 22 de agosto e 2 de setembro."A prioridade nesta reta final é fazer os ajustes na parte tática com a chegada dos atletas que faltam até a nossa viagem para Porto Rico. Em San Juan, disputaremos o Torneio Tuto Marchand contra Argentina, Canadá e Porto Rico e acertaremos os últimos detalhes para o Pré-Olímpico", explicou o técnico Lula Ferreira.Como apenas duas seleções garantem vaga nos Jogos Olímpicos de Pequim, em 2008, o Brasil tem como principais adversários os Estados Unidos e a Argentina."A expectativa é a conquista da vaga olímpica. O grupo está focado nesse objetivo e vai a Las Vegas mais amadurecido, mas forte, mais consciente. Na teoria, temos chances reais de classificar o Brasil para a Olimpíada de Pequim. Mas temos que mostrar esse potencial em quadra, vencendo os adversários. Precisamos provar a nossa força jogando o melhor basquete possível. E é para isso que vamos trabalhar", disse o treinador."O Pan Rio 2007 fazia parte da preparação global para o Pré-Olímpico, claro que com o objetivo de conquistar o tricampeonato. Conseguimos cumprir com a nossa meta, ganhando a medalha de ouro. Além disso, o time brasileiro mostrou uma clara evolução e jogou, acima de tudo, um basquete coletivo e solidário, tanto na defesa quanto no ataque", completou.
Publicação de: www.uol.com.br/esportes
Após conquistar o tricampeonato pan-americano, a seleção brasileira masculina inicia nesta sexta-feira a preparação para o Pré-Olímpico, que será disputado em Las Vegas entre os dias 22 de agosto e 2 de setembro."A prioridade nesta reta final é fazer os ajustes na parte tática com a chegada dos atletas que faltam até a nossa viagem para Porto Rico. Em San Juan, disputaremos o Torneio Tuto Marchand contra Argentina, Canadá e Porto Rico e acertaremos os últimos detalhes para o Pré-Olímpico", explicou o técnico Lula Ferreira.Como apenas duas seleções garantem vaga nos Jogos Olímpicos de Pequim, em 2008, o Brasil tem como principais adversários os Estados Unidos e a Argentina."A expectativa é a conquista da vaga olímpica. O grupo está focado nesse objetivo e vai a Las Vegas mais amadurecido, mas forte, mais consciente. Na teoria, temos chances reais de classificar o Brasil para a Olimpíada de Pequim. Mas temos que mostrar esse potencial em quadra, vencendo os adversários. Precisamos provar a nossa força jogando o melhor basquete possível. E é para isso que vamos trabalhar", disse o treinador."O Pan Rio 2007 fazia parte da preparação global para o Pré-Olímpico, claro que com o objetivo de conquistar o tricampeonato. Conseguimos cumprir com a nossa meta, ganhando a medalha de ouro. Além disso, o time brasileiro mostrou uma clara evolução e jogou, acima de tudo, um basquete coletivo e solidário, tanto na defesa quanto no ataque", completou.
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CBB planeja trazer NBA para o Brasil
SEGUNDA-FEIRA, 30 DE JULHO DE 2007 13h06
Da Máquina do Esporte São Paulo:
A Confederação Brasileira de Basquete (CBB) pretende investir US$ 1,5 milhão para trazer dois jogos da NBA para o Brasil. O aporte seria feito por patrocinadores, poder público e emissoras de TV. As informações são da agência “Reuters Brasil”. Segundo Gerasime Bozikis, presidente da entidade, as conversas com David Stern, comissário da liga profissional de basquete norte-americano, já foram iniciadas. A idéia é realizar duas partidas da pré-temporada da competição em São Paulo e no Rio de Janeiro, onde seria aproveitada a estrutura montada no Riocentro para os Jogos Pan-Americanos. "[As disputas] seriam entre um time que tenha brasileiro e uma seleção brasileira. É possível acontecer isso no ano que vem, em outubro", afirmou o dirigente, salientando que na capital paulista o jogo seria realizado no Ginásio do Ibirapuera. A quantidade de jogadores do país na NBA também seria um facilitador para o projeto. Grego, como é conhecido o mandatário da NBA, aposta em um jogo contra o Phoenix Suns, de Leandrinho, o Cleveland Cavaliers, de Anderson Varejão, ou o Denver Nuggets, de Nenê. A NBA conta ainda com os brasileiros Rafael Araújo, do Utah Jazz, e Marquinhos, do New Orleans/Oklahoma Hornets. Tiago Splitter foi um dos selecionados no “draft” da liga e deve integrar o elenco do San Antonio Spurs na próxima temporada.
Da Máquina do Esporte São Paulo:
A Confederação Brasileira de Basquete (CBB) pretende investir US$ 1,5 milhão para trazer dois jogos da NBA para o Brasil. O aporte seria feito por patrocinadores, poder público e emissoras de TV. As informações são da agência “Reuters Brasil”. Segundo Gerasime Bozikis, presidente da entidade, as conversas com David Stern, comissário da liga profissional de basquete norte-americano, já foram iniciadas. A idéia é realizar duas partidas da pré-temporada da competição em São Paulo e no Rio de Janeiro, onde seria aproveitada a estrutura montada no Riocentro para os Jogos Pan-Americanos. "[As disputas] seriam entre um time que tenha brasileiro e uma seleção brasileira. É possível acontecer isso no ano que vem, em outubro", afirmou o dirigente, salientando que na capital paulista o jogo seria realizado no Ginásio do Ibirapuera. A quantidade de jogadores do país na NBA também seria um facilitador para o projeto. Grego, como é conhecido o mandatário da NBA, aposta em um jogo contra o Phoenix Suns, de Leandrinho, o Cleveland Cavaliers, de Anderson Varejão, ou o Denver Nuggets, de Nenê. A NBA conta ainda com os brasileiros Rafael Araújo, do Utah Jazz, e Marquinhos, do New Orleans/Oklahoma Hornets. Tiago Splitter foi um dos selecionados no “draft” da liga e deve integrar o elenco do San Antonio Spurs na próxima temporada.
segunda-feira, 30 de julho de 2007
BRASIL É TRICAMPEÃO DOS JOGOS PAN-AMERICANOS

Rio de Janeiro – A seleção brasileira adulta masculina de basquete, patrocinada pela Eletrobrás, conquistou o tricampeonato do torneio masculino dos Jogos Pan-Americanos. Na final do Pan Rio 2007, disputada na Arena Multiuso, completamente lotada (15 mil pessoas), o Brasil venceu Porto Rico por 86 a 65 (50 a 34 no primeiro tempo), com 20 pontos do cestinha João Paulo. O principal pontuador porto-riquenho foi o ala Reyes, com 14 pontos. Na disputa da medalha de bronze, o Uruguai derrotou a Argentina por 99 a 93 na prorrogação (81 a 81 no tempo normal).
— Os jogadores do Brasil estão de parabéns pela bela campanha, dedicação e o título. Nós jogamos como equipe e o jogo coletivo foi decisivo para essa conquista inédita. Os atletas entenderam a importância de ganhar o Pan-Americano, que foi uma etapa da nossa preparação em busca da vaga para a Olimpíada de Pequim. O grupo está mais maduro e consciente e está bem claro que a força da equipe está nos jogadores — comentou o técnico Lula Ferreira, bicampeão pan-americano (Santo Domingo/2003 e Rio de Janeiro/2007).
Nas 15 edições do torneio masculino, o Brasil subiu 13 vezes ao pódio e, por cinco vezes, os rapazes asseguraram a medalha de ouro: Cáli, na Colômbia (1971); Indianápolis, nos Estados Unidos (1987); Winnipeg, no Canadá (1999); Santo Domingo, na República Dominicana (2003) e Rio de Janeiro, no Brasil (2007). Foram mais duas medalhas de prata e seis de bronze. O basquete é o esporte coletivo com o maior número de medalhas de ouro (8) na história do Pan-Americano e no total (23).
— Todo grupo treinou muito e a medalha de ouro foi a recompensa pelo nosso esforço e dedicação. Desde o primeiro jogo contra Ilhas Virgens, o time se emprenhou. Fomos adquirindo conjunto, entrosamento e jogamos coletivamente. Na final contra Porto Rico, impomos nosso ritmo de jogo e controlamos a partida logo no primeiro período. Depois foi só administrar a vantagem. Essa vitória é a consagração de um grupo novo. Para mim, a medalha tem um sabor especial porque, além de marcar a minha estréia na seleção adulta, eu sou carioca. Nada é mais emocionante do que conquistar um título em casa — declarou o ala Marquinhos.
— Jogar no nosso país, diante da nossa torcida e familiares, trazia a responsabilidade de ganhar a medalha de ouro. Todos os jogadores e a comissão técnica se empenharam e trabalharam muito para conseguir esse título. A conquista foi merecida e todos estão de parabéns. Essa medalha é de todo o povo brasileiro, que torceu e nos apoiou em todos os jogos — comentou o pivô Murilo, bicampeão pan-americano (Santo Domingo/2003 e Rio de Janeiro/2007).
— Nós sabíamos que Porto Rico ia vir com tudo para ganhar da gente e, por isso, tínhamos que jogar concentrados desde o início. Ditamos o ritmo do jogo e conseguimos abrir vantagem para vencer. Nós temos um grupo muito unido, que trabalhou duro para ganhar esse título. Agradeço a comissão técnica, em especial ao treinador Lula Ferreira, pela confiança em mim. Estou muito feliz pela conquista da medalha de ouro em nosso país — disse o ala Marcus.
BRASIL (32 + 18 + 16 + 20 = 86)
Valtinho (9pts e 8 assistências), Marcelinho (17, 7 rebotes, 5 assistências e 4 recuperações), Marquinhos (14 e 7 rebotes), Murilo (11 e 6 rebotes) e João Paulo (20 e 7 rebotes). Entraram: Nezinho (3), Marcus (8), Marcelo Huertas (4), Caio Torres (0), Guilherme Teichmann (0) e Paulão (0). Técnico: Lula Ferreira.
PORTO RICO (15 + 19 + 16 + 15 = 65)
Barea (11pts), Guzman (2), Carmona (4), Reyes (14) e Ramos (8). Entraram: Jones (12), Bardiel (2), Sanchez (2), Narvaez (4), Colon (2), Lee (2) e Velenzuela (2). Técnico: Manuel Veja.
CAMPANHA DO BRASIL
Brasil 86 x 81 Ilhas Virgens
Brasil 98 x 63 Canadá
Brasil 97 x 94 Porto Rico
Brasil 85 x 73 Uruguai (semifinal)
Brasil 86 x 65 Porto Rico (final)
TABELA
Sábado (dia 28 de julho)
Disputa do 5º ao 8º lugar
Panamá 68 x 67 Canadá e Ilhas Virgens x Estados Unidos
Fase Semifinal
Porto Rico 89 x 80 Argentina e Brasil 85 x 73 Uruguai
Domingo (dia 29 de julho)
Disputa da medalha de bronze – Argentina 93 x 99 Uruguai
Disputa da medalha de ouro – Porto Rico 65 x 86 Brasil
13h30 – Disputa de 5º e 6º lugar – Panamá x Estados Unidos
15h30 – Disputa de 7º e 8º lugar – Canadá x Ilhas Virgens
OBS: Horário de Brasília.
CLASSIFICAÇÃO FINAL
1. Brasil (ouro); 2. Porto Rico (prata); 3. Uruguai (bronze); 4. Argentina
— Os jogadores do Brasil estão de parabéns pela bela campanha, dedicação e o título. Nós jogamos como equipe e o jogo coletivo foi decisivo para essa conquista inédita. Os atletas entenderam a importância de ganhar o Pan-Americano, que foi uma etapa da nossa preparação em busca da vaga para a Olimpíada de Pequim. O grupo está mais maduro e consciente e está bem claro que a força da equipe está nos jogadores — comentou o técnico Lula Ferreira, bicampeão pan-americano (Santo Domingo/2003 e Rio de Janeiro/2007).
Nas 15 edições do torneio masculino, o Brasil subiu 13 vezes ao pódio e, por cinco vezes, os rapazes asseguraram a medalha de ouro: Cáli, na Colômbia (1971); Indianápolis, nos Estados Unidos (1987); Winnipeg, no Canadá (1999); Santo Domingo, na República Dominicana (2003) e Rio de Janeiro, no Brasil (2007). Foram mais duas medalhas de prata e seis de bronze. O basquete é o esporte coletivo com o maior número de medalhas de ouro (8) na história do Pan-Americano e no total (23).
— Todo grupo treinou muito e a medalha de ouro foi a recompensa pelo nosso esforço e dedicação. Desde o primeiro jogo contra Ilhas Virgens, o time se emprenhou. Fomos adquirindo conjunto, entrosamento e jogamos coletivamente. Na final contra Porto Rico, impomos nosso ritmo de jogo e controlamos a partida logo no primeiro período. Depois foi só administrar a vantagem. Essa vitória é a consagração de um grupo novo. Para mim, a medalha tem um sabor especial porque, além de marcar a minha estréia na seleção adulta, eu sou carioca. Nada é mais emocionante do que conquistar um título em casa — declarou o ala Marquinhos.
— Jogar no nosso país, diante da nossa torcida e familiares, trazia a responsabilidade de ganhar a medalha de ouro. Todos os jogadores e a comissão técnica se empenharam e trabalharam muito para conseguir esse título. A conquista foi merecida e todos estão de parabéns. Essa medalha é de todo o povo brasileiro, que torceu e nos apoiou em todos os jogos — comentou o pivô Murilo, bicampeão pan-americano (Santo Domingo/2003 e Rio de Janeiro/2007).
— Nós sabíamos que Porto Rico ia vir com tudo para ganhar da gente e, por isso, tínhamos que jogar concentrados desde o início. Ditamos o ritmo do jogo e conseguimos abrir vantagem para vencer. Nós temos um grupo muito unido, que trabalhou duro para ganhar esse título. Agradeço a comissão técnica, em especial ao treinador Lula Ferreira, pela confiança em mim. Estou muito feliz pela conquista da medalha de ouro em nosso país — disse o ala Marcus.
BRASIL (32 + 18 + 16 + 20 = 86)
Valtinho (9pts e 8 assistências), Marcelinho (17, 7 rebotes, 5 assistências e 4 recuperações), Marquinhos (14 e 7 rebotes), Murilo (11 e 6 rebotes) e João Paulo (20 e 7 rebotes). Entraram: Nezinho (3), Marcus (8), Marcelo Huertas (4), Caio Torres (0), Guilherme Teichmann (0) e Paulão (0). Técnico: Lula Ferreira.
PORTO RICO (15 + 19 + 16 + 15 = 65)
Barea (11pts), Guzman (2), Carmona (4), Reyes (14) e Ramos (8). Entraram: Jones (12), Bardiel (2), Sanchez (2), Narvaez (4), Colon (2), Lee (2) e Velenzuela (2). Técnico: Manuel Veja.
CAMPANHA DO BRASIL
Brasil 86 x 81 Ilhas Virgens
Brasil 98 x 63 Canadá
Brasil 97 x 94 Porto Rico
Brasil 85 x 73 Uruguai (semifinal)
Brasil 86 x 65 Porto Rico (final)
TABELA
Sábado (dia 28 de julho)
Disputa do 5º ao 8º lugar
Panamá 68 x 67 Canadá e Ilhas Virgens x Estados Unidos
Fase Semifinal
Porto Rico 89 x 80 Argentina e Brasil 85 x 73 Uruguai
Domingo (dia 29 de julho)
Disputa da medalha de bronze – Argentina 93 x 99 Uruguai
Disputa da medalha de ouro – Porto Rico 65 x 86 Brasil
13h30 – Disputa de 5º e 6º lugar – Panamá x Estados Unidos
15h30 – Disputa de 7º e 8º lugar – Canadá x Ilhas Virgens
OBS: Horário de Brasília.
CLASSIFICAÇÃO FINAL
1. Brasil (ouro); 2. Porto Rico (prata); 3. Uruguai (bronze); 4. Argentina
quinta-feira, 26 de julho de 2007
Coletivo, Brasil atropela Canadá e avança à semifinal

Giancarlo GiampietroEnviado especial do UOLNo Rio de Janeiro:
O técnico Lula Ferreira afirma que a versão 2007 da seleção brasileira vai, enfim, primar pelo basquete coletivo. Nesta quinta-feira, na vitória por 98 a 63 contra o Canadá, o time deu ao menos uma amostra de que pode caminhar para isso.
CENAS DA VITÓRIA BRASILEIRA
Pivô Murilo (esq.) mais uma vez foi um dos destaques da seleção brasileira em quadra
Canadense Brempong encara a marcação brasileira na partida desta quinta-feira
Todos os 11 jogadores do elenco brasileiro fizeram uma cesta no mínimo. Dentro dessa distribuição ofensiva, o pivô Murilo foi mais uma vez o cestinha, com 24. Além de Murilo, JP Batista (14), Marquinhos (12), Nezinho (11) e Valtinho (10) chegaram aos dois dígitos na pontuação. Marcelinho Machado, com nove pontos, chegou perto. Classificado para a semifinal, o Brasil agora disputa a liderança do grupo, nesta sexta-feira, contra Porto Rico, que também venceu seus dois primeiros jogos. O Canadá já havia perdido na véspera por 82 a 63 e, assim como as Ilhas Virgens, já está eliminado do Pan. O jogoA seleção brasileira reduziu seu número de erros no ataque, conseguiu uma boa movimentação de bola, e a repartição dos pontos pela equipe foi facilitada. O ataque teve uma execução eficiente, mas a defesa brasileira se mostrou vulnerável no primeiro quarto. Depois de abrir oito pontos de vantagem no início de jogo, com 16 a 8, a seleção passou a ter problemas defensivos, principalmente com a linha dos três pontos. De chute em chute de longa distância, os canadenses entraram no jogo e o placar foi de 25 a 23. O Brasil permitiu que o adversário ultrapassasse os 20 pontos pela primeira vez em um quarto - o time havia feito 18 no máximo em uma parcial contra Porto Rico. No segundo quarto, porém, a marcação foi acertada no perímetro, as oportunidades canadenses foram reduzidas, e o time foi obrigado usar seu fraco jogo interno, que não funcionou, e o Brasil foi para o intervalo com 53 a 37.A presença massiva do jovem Caio Torres - 2,11 m e 130 kg - no centro do garrafão, à frente da cesta, foi fundamental nesse ponto, apesar de sua falta de capacidade atlética. O pivô compareceu com agressividade em todas as trocas de marcação, alterou muitos arremessos e foi uma âncora defensiva. O ataque do Canadá continuou desajustado diante da contenção brasileira no terceiro quarto, e a vantagem foi crescendo gradativamente - o terceiro período começou com 75 a 48 -, e Lula pôde mandar à quadra o ala Guilherme Teichmann e o pivô Paulão, que pontuaram logo em seus primeiros arremessos. A dupla não deve ser muito utilizada na fase final. O quarto final acabou funcionando mais como um treino para a seleção, já que os canadenses não esboçaram nenhuma alternativa tática para tentar uma reação.
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